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Colágeno agrega benefícios à ração humana

Na hora de escolher qual ração humana comprar nas prateleiras de supermercados de todo o Brasil é importante conferir as fórmulas, que são bem variadas. Além de ingredientes básicos, como linhaça, aveia, quinua e fibra de trigo, por exemplo, as indústrias têm procurado oferecer composições que agreguem mais benefícios aos consumidores.

Entre as opções disponíveis, muitas trazem o colágeno /wp-content/uploads/2018/12/Col%C3%A1geno.jpgcomo aliado. O ingrediente, que já está no mercado brasileiro em diversos alimentos há 15 anos, é conhecido dos consumidores em barras de cereais, iogurtes, shakes, chocolates e bebidas lácteas, tornando-as ainda mais saudáveis e funcionais.

Benefícios – De acordo com os resultados de diversos estudos realizados, a ingestão diária de colágeno hidrolisado (a partir de 2g ou uma colher de chá, que pode ser adicionada em bebidas e outros alimentos no momento do consumo, ou ainda em alimentos que já contenham o colágeno em sua formulação) auxilia na hidratação da pele e no fortalecimento de cabelos e unhas, além de ser uma alternativa em produtos para controle de peso, já que dá sensação de saciedade.

A falta de colágeno no organismo pode causar uma série de problemas de saúde como má formação óssea, rigidez muscular, problemas com crescimento e inflamação nas articulações. Com o passar dos anos, a produção do colágeno no organismo é menor do que o necessário, o que se agrava pela falta de uma alimentação rica em vitaminas e proteínas. Com isso, o corpo fica mais propenso a sofrer traumas físicos, além de mais exposto a doenças e aos efeitos do envelhecimento.

“O colágeno, além de não apresentar gordura, colesterol ou contra-indicações, pode enriquecer os alimentos com proteína, de forma saudável e natural, já que é compatível com o organismo humano e não se conhecem registros de reações adversas relevantes quanto ao seu consumo. O colágeno fornece nove dos dez aminoácidos essenciais ao organismo, como a glicina, fundamental para a pele, e a cistina, que atua no fortalecimento de cabelos e unhas, além de ser é a única proteína que contém hidroxiprolina, aminoácido importante para a manutenção da saúde da cartilagem das articulações. Ele também confere à pele maior tônus e hidratação, possibilitando a redução de formação de rugas e de flacidez cutânea. E ainda pode ser usado em programas de redução de peso, pois se liga a uma grande quantidade de água, dando sensação de saciedade”, afirma a engenheira de alimentos Claudia Yamana, vice-presidente da Gelita do Brasil, maior produtora mundial de gelatinas e colágenos hidrolisados.

“Produtos à base de colágeno hidrolisado agregam mais valor ao alimento. A “manutenção” desta proteína é importante para todos que queiram levar uma vida mais saudável. É fundamental manter uma alimentação saudável, consumindo frutas, verduras, legumes, e também proteínas de diversas fontes, como a gelatina, que é composta por vários aminoácidos importantes, a exemplo da hidroxiprolina e da glicina, fundamentais para a saúde das cartilagens e beleza da pele, respectivamente”, explica Julyanna Lisita Célico, nutricionista especializada em Nutrição Esportiva.

Anvisa – Liberado para consumo em qualquer idade, o colágeno hidrolisado tem aprovação da Anvisa, que divulgou, em 2007, isenção de registro para produtos regulamentados pelo Ministério da Saúde que contenham “novos ingredientes” em sua formulação.

8 Atitudes que Levam à Demissão

Seu chefe não é nada simpático com você? Não pede a sua opinião nem a inclui em reuniões e projetos importantes? Cuidado: esses são sinais de que você está indo pelo caminho err

ado, aquele que desemboca na rua. A boa notícia é que dá para reverter a situação.

Atitudes que Levam à Demissão

Que a vida de quem trabalha está mais difícil por causa da globalização a gente sabe. Para acompanhar os avanços tecnológicos e a concorrência cada vez mais acirrada, as empresas reduzem custos, enxugam estruturas, investem em novas áreas – e, claro, exigem quase o sangue de seus funcionários. Em outras palavras, o salve-se-quem-puder nunca foi tão real.

Por isso, o lema que você precisa ter em mente é: vence a luta pelo emprego quem estiver mais preparado. ”O melhor caminho para evitar a demissão é a atualização contínua”, diz Thomas Case, presidente do Grupo Catho, especializado na recolocação de executivos. Ele fala com conhecimento de causa: segundo pesquisa realizada pela sua equipe, o principal motivo da dispensa (28%) está relacionado com a falta de resultados no trabalho. ”Você precisa avaliar quanto está envolvida com o trabalho e, se necessário, voltar para a escola”, aconselha Case.

Especialistas em Recursos Humanos apontam as posturas que costumam levar à demissão e as formas de você escapar dela:

1. Relacionar-se mal com os colegas e com a chefia
Solução: Os atritos podem ser evitados se você conseguir ser mais tolerante. Adote como máxima aceitar o outro, respeitá-lo, para poder exigir que ele faça o mesmo com você. Também observe o que está revelando por meio de gestos, palavras e olhares. Evite falar de problemas particulares no escritório e não reclame por tudo e por nada, nem faça comentários maldosos sobre os outros. Lembre-se: o trabalho em equipe está em alta. Agora, se não suporta o novo chefe, melhor batalhar uma transferência antes que ele se livre de você.

2. Fugir dos riscos
Solução: Muitas vezes, a pessoa tem boa vontade, faz seu serviço direito, mas não quer dar um passo além, encarar novos desafios. Pode ser flexível, mas teme arriscar sua carreira, seu posto, seu salário, sua sala, seu conhecimento. Pensa: ”Há oito anos trabalho assim, agora vou ter de mudar totalmente?” Para Adriana Zanni, gerente de Recursos Humanos da empresa de softwares JDEdwards, ”um risco, mesmo que seja pequeno, é uma alavanca para subir”. Estamos falando, por exemplo, de aceitar uma promoção, por mais que a função nova exija outras responsabilidades.

3. Ter dificuldade de se comunicar
Solução: Você pode ser tímida ou extrovertida, não ter o dom da oratória… mas precisa encontrar uma maneira própria de interagir com seus colegas e superiores. ”Para que seu talento seja reconhecido, é essencial expor suas opiniões e mostrar que tem visão crítica das coisas”, explica Adriana Zanni. Ninguém vai saber que você é uma profissional nota 10 se não fizer alarde. ”Comunicar é dialogar, trocar, gerar entendimento e, acima de tudo, comprometer-se”, lembra a expert em etiqueta empresarial Suzana Doblinski, no livro Será que Pega Bem? (Editora Campus).

4. Demonstrar pouco dinamismo
Solução: Fazer exercícios físicos aumenta a energia. Engajar-se num novo projeto do seu departamento também dá motivação ao trabalho de sempre. Que tal ainda se dedicar a um hobby nas horas livres para melhorar o ânimo? Como conseqüência, além de lidar mais tranqüilamente com novas situações e dificuldades, conseguirá cumprir prazos e metas determinadas. A secretária Maria Júlia, 32 anos, adotou pequenas atitudes pró-ativas: deu um fim na bagunça das suas gavetas, pôs uma foto da sua última viagem sobre a mesa, começou a variar o caminho para o escritório… e multiplicou sua disposição.

5. Estar desatualizada
Solução: ”Você tem que cultivar o hábito de ler diariamente. Estudar seria o ideal, mas não se esqueça de ler jornais e revistas”, orienta o livro Guia Prático do Emprego (Ronaldo Medeiros, Ediouro). ”Não há desculpas: hoje, temos acesso a uma enxurrada de dados. Cabe a cada um focar suas prioridades”, alerta Márcia Brito. Não sabe em que precisa se atualizar? Observe, nos anúncios de emprego, quais são os requisitos exigidos pelo mercado para o seu cargo e compare com o seu currículo. Funcionária dedicada, a gerente de câmbio Maria Antônia, 34 anos, cumpria suas tarefas à risca, mas não ia além disso, por causa dos filhos pequenos e de outras preocupações. Até que os novos programas para otimizar o seu serviço e a redução de funcionários fizeram com que ela corresse atrás do prejuízo. Matriculou-se em alguns cursos, participou de seminários, aconselhou-se com um consultor de carreiras e virou noites em busca de boas idéias para sugerir aos seus superiores. Conseguiu firmar terreno e, o que é melhor, até ganhou um aumento.

6. Não se encaixar no perfil desejado pela empresa
Solução: Se você pesquisar qual é o estilo do local em que trabalha (mais formal ou informal, por exemplo) e o que é valorizado nos funcionários, poderá adaptar seu jeito de ser e de atuar aos interesses da empresa e do cargo. Na prática, ”seja curiosa e participante”, aconselha a psicóloga e consultora empresarial Suely de Almeida Martins. Nada impede que você converse abertamente com seu chefe para saber o que ele espera do seu trabalho. Depois, é só seguir a cartilha.

7. Não conseguir realizar todas as funções que o cargo exige
Solução: Identifique suas falhas e corrija-as. Se precisa mandar e-mails em inglês para a matriz mas não domina o idioma, volte a estudá-lo com urgência. O consultor Laerte Cordeiro lembra que as funções evoluem (é o caso da secretária) e exigem da profissional reciclagem constante, mesmo sem o patrocínio da empresa, para não ficar para trás.

8. Faltar muito (e outros sinais de falta de profissionalismo)
Solução: Por mais que você tenha razões para as faltas e os atrasos, em excesso não pegam bem. Se o motivo for um curso de especialização ou uma necessidade particular (rodízio de veículos ou um tratamento médico inadiável), negocie com a chefia um horário flexível de trabalho ou a compensação da ausência.

Vigilância Sanitária apreende produtos diet sem registro

Quem tem problemas de saúde como diabete ou quer emagrecer e é consumidor de alimentos diet, deve ficar atento ao que dizem os rótulos desses produtos. Pesquisa realizada pela Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal da Saúde constatou problemas em 74 itens comuns nas prateleiras dos supermercados e dos quais 39 tinham irregularidades graves. Por isso, precisaram ser apreendidos nas centrais de distribuição. Diet são alimentos modificados com a retirada de algum componente (açúcar, sal ou gordura).

“Nosso objetivo é proteger a saúde desse tipo de consumidor, que pode estar se iludindo, se alimentando de forma errada e se prejudicando”, diz a nutricionista Sabrina Mendes, do Centro de Saúde Ambiental da Secretaria da Saúde. Sabrina participou da ação, feita em parceria com a Associação de Defesa e Orientação do Consumidor (Adoc) e Associação do Diabético Juvenil do Paraná (Apad).

Entre os produtos com problemas estavam chocolates, achocolatados, pó para preparo de gelatinas, pudins e refrescos, geleias e doces de frutas, bolos prontos e misturas para preparo de bolos, granolas, barras de cereais e biscoitos.

A ação constatou que 15 alimentos apresentados como diet não possuíam registro no Ministério da Saúde – falta considerada grave. Foi o caso de um chocolate fabricado por uma grande indústria nacional que, ao ser notificada pela Secretaria Municipal da Saúde, imediatamente se comprometeu em recolher o produto em todo o país. Em outros nove diet faltava a informação de que o consumo precisa ser orientado por médico ou nutricionista.

Os alimentos apresentados como “sem adição de açúcar”, além de não terem o ingrediente incorporado em todo o processo de fabricação e embalagem, não podem ter mais do que 40 kcal/100g ou 20 kcal/100ml. Do contrário, devem ostentar a informação de que não se trata de alimento de baixo valor energético. De todos os produtos pesquisados, porém, 54 não traziam esse alerta.

Aprendizado – A atenção que os consumidores devem dedicar aos rótulos de embalagens de alimentos em geral – e não só os diet – é tão importante que a leitura dessas mensagens faz parte das atividades dos grupos de reeducação alimentar da Prefeitura, que funcionam junto às unidades de saúde.

Nos encontros, frequentados por pessoas de todas as idades que precisam perder peso para melhorar os indicadores de saúde ou por razões de ordem estética, cada pessoa leva rótulos de produtos que costuma consumir para fazer uma leitura crítica, sob orientação de nutricionistas.

Além de aprender a verificar a composição do que comem e dos teores de cada alimento, elas passam a prestar atenção em outras informações que devem ser observadas por todos: o prazo de validade e a integridade das embalagens.

Confira, a seguir, as dicas da nutricionista Sabrina Mendes para comprar alimentos em boas condições e adequados à saúde de quem tem restrições alimentares.

ORIENTAÇÕES PARA O CONSUMO DE ALIMENTOS DIET

Escolha bem os alimentos que consome! Diet e light não são a mesma coisa. O alimento diet é o alimento modificado em que um ingrediente é retirado do produto. Por exemplo, o alimento que não contém açúcar, sal ou gordura. Já o produto light tem apenas a quantidade reduzida deste ingrediente e nem sempre é indicado para o diabético.

Lembre-se sempre: nem todo alimento diet pode ser consumido por diabéticos! Ele pode ser diet porque não tem gordura, mas leva açúcar na sua composição.

Se você é diabético, não consuma produtos diet sem a orientação do médico ou nutricionista!

Observe bem o rótulo do produto que está consumindo. Se você é diabético e tem a orientação de um médico ou nutricionista, prefira os alimentos com menor quantidade de carboidratos (glicose/frutose/sacarose).

Lembre-se também: nem todo alimento diet pode ser usado para perda de peso! Muitos deles são ricos em gorduras e engordam, como é o caso dos chocolates diet.

Verifique sempre a presença do número de registro do produto no Ministério da Saúde. Se o produto não tiver registro, não compre!

Verifique sempre as condições das embalagens dos produtos. Se estiverem danificadas (latas amassadas, enferrujadas ou estufadas ou plásticos com furos), não compre!

Preste sempre atenção na data de validade dos produtos! Se este prazo estiver expirado, significa que o alimento está impróprio para o consumo.

Ao constatar alguma irregularidade no produto diet, denuncie pelo telefone 156.