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Categoria: Tecnologia

visão e ação de Zuckerberg. E o que virá Agora?

Olá pessoal!

Uma ótima semana para vocês.

Semana passada foi um marcante para o Mark Zuckenberg. Em menos de 7 dias eles teve marcos da sua experiência, visão e ações de vida:

– Fez 28 anos na segunda, dia 14/05;

– Fez o IPO da sua empresa, o Facebook, na NASDAQ, conseguindo a maior capitalização da história de uma empresa de tecnologia em sua estréia ao mercado de capitais;

– E casou-se com sua namorada Priscilla Chan no dia seguinte (último sábado, dia 20/5), depois de anos de namoro.

Semana intensa para Mark: aniversário, IPO da sua empresa e casório. Vai demorar para ter outra assim…

Mas em vez de falarmos da vida particular dele, vamos falar dos seus projetos empreendedores e o futuro que nos agrega mais né? 😀

E foi a experiência, a visão e algumas ações que permearam não só o sucesso de uma pessoas, seja ela empreendedora ou não, mas toda a trajetória do Mark.

visão e ação de Zuckerberg. E o que virá Agora?

Quer ver?

Vamos começar da vida que ele levou ANTES de construir o Facebook.

a) Experiência: Parece piada falar de experiência quando um cara tem 20 anos e funda uma mídia social, mas sim o cara já era experiente no assunto. Vejam só:

– Ele desenvolveu no colégio um software que identificava as músicas que você ouvir e sugeria outras para conhecer conforme o gosto de cada usuário. Recebeu a proposta de compra do seu passe pela Microsoft por US$ 1 milhão, mas recusou – um notável exercício de soberba que tornaria-se um trunfo mais tarde. A idéia, segundo ele, era do software ser livre a todos.

Gates tentou adquirir “o passe” de Mark antes da faculdade. Não conseguiu, mas seu 1,5% do Facebook lhe rendeu uma boa grana do mesmo jeito.

– Ao entrar em Harvard ele construiu um aplicativo que indicava disciplinas disponíveis para montagem das grades horárias e os alunos nelas presentes, bem como o caminho contrário. Ou seja você descobriria se aquela menininha fantástica da aula de psicologia estaria sexta a tarde numa aula de economia ou de marketing, sacaram? Bem como quem são seus potenciais colegas na escolha da aula de matemática financeira. O Course Match foi um sucesso em Harvard em 2003 e já deu certa notoriedade ao Mark.

– Aqui o exemplo final que todos conhecem: o Facemash. Que realmente derrubou o servidor de Harvard no final de 2003.

b) Visão de mercado: “Como assim, o cara é de TI, programador!” Diriam alguns. Pois é. Por isso Mark chegou tão longe. Ele é um cara de TI que tem uma “visão do jogo” excelente. Talvez aí esteja a coisa de conectar os pontos que o seu guru Steve Jobs tanto falou em Stanford – ele juntou o fato de ser um programador de mão cheia com a percepção das demandas humanas em conversações e comportamentos específicos. Vejam só:

– Mark sabe que um cara não quer ter um iPod, iTunes ou sabe-se lá Deus o gadget de música que for com uma banda. Consumidor de música sempre quer explorar mais, conhecer outras coisas aderentes ao seu gosto. Isso é comportamento do consumidor. Soma-se isso com a programação, logaritmo para lá, base de dados para cá e… lembram-se do player musical que ele criou no colegial? Voi lá!

O Course Match já vai para uma linha um pouco diferente, mas ainda muito social. A construção da grade horária perfeita. Para sua formação acadêmica e/ou para deleite dos seus olhos e/ou coração. Muitos aqui são universitários, vão entender…

– O Facemash vai na brincadeira básica que todo universitário(a) e mesmo adulto(a) fazem: Quem é a pessoa mais bonita do(a) [insira aqui o ambiente o qual estão inseridos você a sua turma].

Réplica do Facemash. E que atire o primeiro gadget a pessoa que nunca fez uma comparação entre meninas(os) para dizer quem é a mais bonita(o)?

c) Senso de ação: Conhece o ditado “O medo de perder tira a vontade de ganhar”? Pois é. Mark deve conhecer de algum jeito. Tudo bem que ele teve um empurrãozinho com umas bebidas na cabeça e um fora da namorada da época, mas ele foi atrás de construir o Facemash mesmo conhecendo que haveriam riscos à sua carreira acadêmica construindo-o.

Tudo isso que falamos seria bacana, mas ainda não chegamos ao dia 4 de fevereiro de 2004. O dia em que o registro thefacebook.com foi lançado ao ar por Mark Zuckenberg. Que novamente guia-se por estes três fatores ao lançar a ferramenta:

O que você estava fazendo em 11/2/2004, quando esta tela foi ao ar pela primeira vez?

a) Experiência: Os aplicativos e programas lançados anteriormente deram bagagem para novas aventuras de Mark. Mas a principal delas vem da encrenca com o Facemash, que quase custa sua expulsão de Harvard: o problema surgiu porque ele tomou as fotos de diretórios acadêmicos da universidade. Se as próprias pessoas adicionassem suas atividades (como no Course Match)  em conjunto com as fotos (como no Facemash) não haveria problema algum – estaria quem quiser com a exposição que lhe convier. Conectando os pontos novamente sacaram?

b) Visão de mercado: Lendo o livro “O Efeito Facebook” – biografia autorizada sobre o site – há no início um tema interessante: havia entre alunos a demanda pela digitalização dos anuários com as fotos dos calouros e formandos. Não somente em Harvard mas em outras faculdades. Havia alí uma oportunidade de mercado que Mark abraçou, somando valor ao fato de tornar o anuário um depositório das atividades e das redes dos alunos de Harvard.

Livro “O Efeito Facebook” conta detalhes (oficiais) da trajetória da empresa.

c) Senso de ação: Havia às vésperas do lançamento do Facebook a promessa da universidade de lançar um site com as fotos dos alunos. Mas esbarrava na burocracia em construir um site e lidar com possíveis reclamações legais de alunos. Mark novamente antecipou-se aqueles que tem medo de perder e lançou sua plataforma contando com a colaboração e co-criação dos alunos – o que seria fácil já que havia demanda.

Querem ver onde estes três itens se repetem novamente? No sucesso retumbante do Facebook em seu caminho até o IPO:

a) Experiência: o acúmulo de dados gerados por nós todos os instantes na mídia social criada por ele alimenta o logaritmo que torna mais assertivo as táticas de publicidade online – principal fonte de renda do site, com 85% dos US$ 4 bilhões de faturamento em 2011. Logaritmo, assertividade… isso não lembra o player de MP3? Hoje o Facebook é o segundo principal canal de anúncios na net, atrás somente dos links patrocinados do Google.

É a direita do consumidor que ocorrerá o embate publicitário online entre Facebook e Google Ads. E não pensem que é à direita a toa: é o local que o olho mais acessa numa página por causa da barra de rolagem.

Suas experiências no convívio universitário e humano também são raízes que fomentam frutos até hoje. Informações básicas presentes na página principal do usuário? “A Rede Social” mostra que foi um insight durante uma aula sobre as informações essenciais de uma pessoa que outra quer – faz o que, onde, faz aniversário quando e se tem compromisso. Assim como a Timeline assemelha-se ao álbum com fotos e momentos da vida dos filhos que mães (principalmente nos EUA) colecionam, o mural é a lousa em branco onde cada um recado a todos que ali passam e o Like simplesmente é a sua aprovação – o “Isso é legal” de toda aprovação a algum comentário feito por terceiros que você pode dizer “Olha, vou contar para meus amigos também” e… compartilhar.

b) Visão de Mercado: Aqui o principal triunfo do Facebook frente a outras mídias sociais do gênero. Além dela oferecer todos os recursos possíveis (textos, fotos, vídeos e até games) sua estratégia de distribuição é fator crítico para o sucesso: ela nasce em Harvard e segue conquistando passo-a-passo, uma a uma, as faculdades da Ivy League – as 8 principais escolas universitárias estadunidenses, onde todo adolescente quer estar e os agentes de mudança do país são formados (e de certa forma, admirados). Só depois ele começa a alastrar-se para outras faculdades, regiões, países.

Percebam que por aqui não foi diferente. O nascimento do Facebook aqui vem das experiências que os brasileiros em fase universitária tinham nos EUA ou Europa. Como não havia o Orkut (mídia social do Google que vingou rapidamente aqui e na Índia, mas devidamente esquecida em outros lugares), para manter o contato com quem conheceu lá fora criava-se um novo perfil. Quem via a ferramenta do amigo(a) voltando achava interessante, via uma plataforma com mais funções e menos confusa e fazia o mesmo. O processo demandou alguns anos, mas finalmente em 2011 o Facebook tomou o lugar do Google como mídia social mais utilizada no país.

c) Senso de ação: Mark não teve dúvidas quanto a importância do apoio de um cara como Sean Parker como mentor e acelerador do processo de expansão do Facebook, ao contrário do seu sócio brasileiro Eduardo Saverin. Também não hesitou em ir ao Silício, onde vinha a ser o local ideal para lançamento da sua startup ao invés de ficar recluso ao ambiente de Harvard/Boston, novamente debatendo com Saverin. Contratar pessoas certas (há diversos nomes de razoável sucesso no topo da estrutura do Silício, alguns egressos do Google, Microsoft e outras empresas consagradas), cercar-se de bons investidores (Microsoft e Elevation Partners, do Bono, são dois deles)  no momento certo – quando precisava de verba para ganhar escala – são outros exemplos de boas decisões.

Mas talvez a melhor delas pareça a todos como uma não decisão: a demora para entrar na bolsa de valores

Seja bem vindo. Mas se você não entregar o resultado que queremos… Ai ai ai…

Por quê? Mark sabe que os olhos dos investidores estarão massivamente de olho na sua empresa. E investidor não costuma ter paciência com empresas que possuem oscilações de receita, lucro e/ou concorrências inesperadas – justamente o cenário que o Facebook encontrará. Lembrem-se que é um site que possui praticamente uma única fonte de receita e precisa reinventar-se sempre para continuar no topo, afinal alguém em outro quarto de universidade, em qualquer lugar do mundo agora, pode construir seu substituto.

A trajetória de empresas de tecnologia de sucesso na NASDAQ demanda ter estômago de aço. Geralmente partem de uma demanda forte, muito em função da marca forte e “fresca” na mente dos consumidores e mercado, sofre um forte revés no seu preço em virtude do crescimento do negócio (por exemplo: Facebook praticamente dobrou receita e lucro em 2011. Se a economia global soluçar e o site crescer menos de, sei lá, 60% em 2012, as ações certamente vão cair. Se aparecer um Pinterest da vez então…) e, se conseguirem consolidar sua posição de líder ou referência, retomam o crescimento trimestres depois e aí sim adquirem o status de estrelas da bolsa. Os principais exemplos são Amazon e Apple (esta na volta de Jobs ao comando).

Acabei avançando um pouco na quarta e última parte deste mapa da trajetória do Mark e de seu Facebook. O que vem por aí?

a) Experiência: Vai precisar de jogo de cintura para lidar com o mercado de capitais, que vai pegar no pé do crescimento espetacular da mídia social. Eles vêem a oportunidade de ganho que o resto do mercado (e da economia – local e global) não possui, por isso tamanho oba-oba em Wall Street. Uma desacelaração e já discutirão o modelo de negócio da rede. Um novo concorrente com crescimento espetacular, idem.

b) Visão de Mercado: Mark sabe que já é e brigará com gente grande – f-commerce? Amazon e muitos outros. Publicidade? Google. Uma loja de aplicativos? Apple do seu guru Jobs. Ou seja, se ele precisará dar o passo além que estes caras ainda não deram caso queira entrar em Oceanos Vermelhos. Para navegar Oceanos Azuis o ideal seria (a princípio – vai que tem algo que ainda não vimos?) maximizar as formas de receita do site, indo além dos links e possíveis comissões com aplicativos e games. Mobile é outra frente a explorar, uma vez que metade dos acessos já é feita por dispositivos móveis. Vejam este ótimo estudo da Publicis Londres sobre o futuro do Facebook sob 9 hipóteses de remuneração.

c) Senso de ação: Aqui vai misturar-se com os dois acima, mas ter postura firme e não ceder aos anseios dos novos acionistas quanto a possíveis mudanças forçadas no seu planejamento ao site. Colocar a frente grandes projetos de inovação ao Facebook constantemente, seja via aquisições de outras startups (como o Instagram) ou pelas famosas Hackathons promovidas ao redor do planeta. E atrair/reter as melhores cabeças do mercado – um dos maiores receios é que, com mais de 900 milionários agora dentro da sua estrutura, Mark perca alguns destes profissionais para iniciativas próprias.

Virão das mentes brilhantes de uma Startup adquirida como o Instagram ou das hackathons as inovações que manterão a trajetória de sucesso do Facebook.

Acredito que é isso. Falar sobre futuro em tecnologia é muito complicado, mas o Facebook tem talentos, oportunidades e agora dinheiro para, se não perpetuar-se como líder, consolidar-se como uma grande empresa de internet. Só não pode repousar sobre o berço explêndido, caso contrário pode ter destino parecido com a AOL e Yahoo! – líderes de outrora que permaneceram com o modelo de negócio estático e hoje estão a beira do ostracismo.

Mark também precisará de experiência, visão e ações para tornar seu casamento com Priscilla um sucesso, mas isso não é da nossa importância né? 😀 Boa semana a todos!!!

A amazônia do e-commerce global: Seja bem vindo Jeff Bezos!

Muito se falou… anteciparam, adiaram… mas acabou a espera.

A Amazon, gigante e atualmente vencedor no jogo do e-commerce global chegou ao Brasil. Ainda de maneira tímida, vendendo somente seu Kindle e e-books, onde consegue preços competitivos e em base de impostos competitivas com seus concorrentes locais.

Jeff Bezos

Muitos falam que a Amazon chegou para tomar o mercado de assalto. Que em um ano derruba a B2W e a Nova Pontocom (Ponto Frio, Extra e Casas Bahia), que vai “jantar” a Saraiva… vamos analisar isso?

É claro que a Amazon não veio para o Brasil só para vender e-readers e e-books. Nem existe um mercado pronto para tal – a taxa de penetração deste segmento é ínfima, deve crescer substancialmente nos próximos anos, mas existe o laptop e os tablets como opções com mais recursos e com uma evangelização mais assertiva ao público. Além disso, ainda existem poucos títulos nacionais no formato e-book e uma certa resistência de varejo e editoras para a migração de seus conteúdos.

Finalmente entre nós!

O desafio da Amazon está, contudo, em aumentar seu portfólio de produtos e oferecer no Brasil a mesma experiência de outros lugares do mundo. Poucos como ela souberam explorar o fenômeno da Cauda Longa (poucos item com grande volume de vendas com margens reduzidas, mas que garantem a perenidade da operação, e muitos item com venda baixa mas com lucratividade suficiente para remunerar seus sócios). E para ela realizar isso ela precisa de bons acordos com fornecedores de todos os tipos – de eletrônicos a editoras e gravadoras.

Jeff Bezos foi um dos pioneiros na venda de produtos na Internet, em meados dos anos 90. Neste caso, a própria curva de penetração da internet nos EUA e no mundo foi balizador de seu sucesso, atrelado a um atendimento que falaremos depois. No Brasil encontrará pelo menos três redes (Cultura, B2W e Nova Pontocom) consolidadas e com alguma disposição em dificultar, via negociações com seus fornecedores, a entrada competitiva e a formação de bons contratos da Amazon no país.

Por isso o suposto interesse dela na Saraiva. Provavelmente nunca veremos uma loja física da Amazon. A Amazon não quer as Megastores. Ela quer a rede de contratos da Saraiva, o que a permite instalar-se já com porte suficiente para impor seu ritmo de desenvolvimento de mercado e da base de clientes.

São os contatos, e não as lojas, que interessam à Amazon ao sondar a Saraiva.

Problema é que a Saraiva, além de saber a utilidade que teria à Amazon, o que por si só eleva o preço de uma suposta venda, quer livrar-se toda a operação. O esforço para revender as lojas físicas e alguns outros ativos talvez não compense o esforço adicional para levar a Saraiva em regime de “porteira fechada” – com tudo o que tem lá dentro.

Essa é a equação que Alexandre Szapiro – ex-presidente da Apple no país e convocado para a liderança da Amazon – está tentando resolver agora. Ser simplesmente uma versão em português do site original não rola. O custo em impostos é alto demais para tal. Como a Amazon é grande ela tem duas opções – e isso serve de aprendizado incluse para quem está começando a empreender:

  1. Começa por baixo, entrando num segmento com baixa concorrência que os grandes ainda não tem expertise, apesar da penetração (e-readers), adquire conhecimento, reforça sua proposta e fortalece sua base de Clientes brasileiros em sua base de dados global;
  2. Simplesmente abre a carteira, sai gastando tudo, compra alguém (além da Saraiva, a FNAC estaria supostamente a venda. Aliás, globalmente) e vai pra cima dos grandes tubarões do mercado.

Jeff Bezos já foi “startupeiro”. Na época não tinha Estratégia do Oceano Azul, Lean Startup ou Customer Development. Mas foi tão esperto quanto espero que você seja ao escolher uma das duas opções acima para acelerar seu projeto. 😀

A Amazon começar num segmento pequeno tem muito mais a ver com seu projeto empreendedor do que imaginas.

Hoje, no Brasil, ele tem apenas uma diferença em relação a você no que tange ao lançamento: ele já tem validada por um público muito interessante (f0rmador de opinião e, em boa parte, já usuária da Amazon nos EUA) do incrível atendimento ao Cliente proporcionado. O e-mail marketing com conteúdo bacana, as recomendações com base no algoritmo atrelado a sua busca e de outros usuários, o atendimento pessoal bem feito e dedicado – ele que trouxe isso para o e-commerce e o mundo replicou.

Ele está agora apenas trazendo-o para um dos mercados mais efervecentes do planeta no segmento – crescendo mais de 10% aa há vários anos e com adesão crescente na população – a Classe C ainda não descobriu ou confiou plenamente no mercado eletrônico, por exemplo. O e-commerce no Brasil ainda é uma Amazônia, com um espaço vasto a conhecer. Não à toa, fundos de grande porte como Intel Capital, Rocket Internet e o Peter Thiel (primeiro investidor do Facebook) entraram no país pela porta do e-commerce.

Boa sorte ao Jeff Bezos e a Amazon no Brasil. Com certeza causará com o devido tempo um belo barulho no mercado. Força a concorrência a reinventar-se. Os stakeholders a adaptar-se. E os consumidores às melhores compras!

Menos Silício, mais Mata Atlântica!

Pela primeira vez o empreendedorismo deixou de ser majoritariamente uma atividade de subsistência para configurar-se em grande maioria uma opção para uma vida mais confortável e confortante. Maior prova disso é que até quadro do Fantástico o tema tornou-se – nas mãos do Max Gueringher, ótimo executivo atrás do sucesso da Cica, mas que nunca foi dono de empresa. Mas a intenção foi boa, e isso é válido.

Outro aspecto que mostra a relevância do tema na mídia impressa e digital. Sou assinante da Exame desde os 20 anos e de um ano para cá, todas as edições trazem uma análise de uma empresa novata chegando ao topo, seja ela tradicional ou um fenômeno digital, como GroupOn, Facebook e, na última edição, o Pinterest.

Pra uma revista de negócios tradicional como a Exame dar a capa e pelo menos uma matéria por edição a Startups, é porque há uma demanda…

Dentre as mais diversas formas de montar uma empresa e “ser dono do próprio nariz”, chamou a atenção o meio digital, influenciado obviamente pelo sucesso meteórico das empresas citadas acima (lembrem-se que o Facebook tem o Saverin como co-fundador) e outras, como Foursquare, Google, Linkedin, Apple (campeã mundial de mídia espontânea – em todos os cursos que fiz ano passado de marketing e mundo digital TODAS AS AULAS tiveram a maça como case) e Instagram – que é a capa da Veja da semana, uma vez que o paulista Michel “Mike” Kriegrer é acionista majoritário. Ter uma empresa digital de rápido crescimento é garantia de ter awareness a custo zero – a imprensa adora histórias relâmpago de sucesso, e o mundo digital é um prato cheio.

Menos Silício, mais Mata Atlântica!

…se chegou a capa da Veja, maior semanário nacional, então é porque temos um movimento grande acontecendo. Em todo o país.

Mas isso não é tudo. Somam-se mais três fatores e temos o porquê da aceleração do empreendedorismo digital brasileiro.

– Cenário macroeconômico: Aquele blá blá blá (que de baboseira não tem nada – acompanhem!) sobre a estabilidade econômica, crescimento da renda, pleno emprego, perspectiva de crescimento acima da média mundial, demanda acelerada e carente de produtos & serviços, Copa + Olimpíada…

– Custo Empreendedor: Além da perspectiva de menor custo x tempo para levantar uma empresa (ainda é custoso e “burrocrático” mas melhorou alguma coisa), iniciar uma empresa na web é muito mais barato que física. Um e-commerce, com domínio próprio e meios de pagamento custa R$ 60 ao mês, por exemplo. Menos que o cafezinho que colocaria numa loja para dar oi aos potenciais Clientes.

– Cases de sucesso nacional: Nada como boas histórias para inspirar. E no Brasil temos algumas delas: Buscapé, que começou com investimento de R$ 400, Peixe Urbano (fruto da pós de Julio Vasconcellos e que valeu investimento do Huck), Submarino, Mandic, Boobox e, por que não, Instagram e Facebook.

Julio Vasconcellos replicou o modelo de uma Startup que conheceu nos EUA para criar o Peixe Urbano, grande rival do GroupOn no efervecente segmento de compras coletivas (primeira foto). Já Marcos Gomes viu um novo mercado para a BooBox e hoje ela é uma das 50 empresas mais criativas do mundo, segundo a revista FastCompany.

voi lá. Foi uma profusão de eventos empreendedores digitais no Brasil. Meetups, intercâmbios de gringos para cá, escritórios de fundos de investimento gringos vindo e nascimento dos locais, programas de aceleração de idéias, premiações, workshops, novos investidores-anjo e a respectiva organização em aportes em novas empresas (e outras não tão novas).

Temos um cenário. Bacana. Fundamental para o fomento e consolidação da iniciativa empreendedora no país a formação de grupos – por exemplo, o Rock anos 80 germinou e brotaram grandes bandas porque “a cena” era a mesma para Legião, Capital, Plebe Rude e até os Paralamas (que eram cariocas, mas o Hebert conhecia bem a Turma da Colina). Não a toa que se nos anos 80 todo jovem queria ter uma banda de rock, hoje o mesmo quer montar uma empresa de tecnologia.

Seriam os jovens empreendedores de sucesso os rockstars da década atual?

Mas após um ano de muita leitura, visitas a eventos variados do segmento, principalmente workshops e meetups, o que ainda vemos são réplicas de dinâmicas do que existe no Vale do Silício. Até as referências de profissionais e livros de consulta são os mesmos. As próprias startups que nascem e destacaram-se nos últimos tempos, se não replicaram modelos de negócios de lá, pensaram como target o mesmo público.

E aí ficam os questionamentos:

– Será que as startups brasileiras precisam necessariamente seguir o modelo de negócio pautado em Canvas, Customer Development, Lean Startup? (Se não sabe do que estou falando, veja nesta apresentação ou leia o incrível blog do Nei Grando).

– Será que precisamos de um pólo de fomento à atividade empreendedora, como os EUA tem no Silício, a Índia tem em Bangalore e a Inglaterra tem em Oxford e na Old Street de Londres?

– Será que os públicos-alvos são exatamente os mesmos? Ou melhor? Será que a dinâmica brasileira não é diferente o suficiente da estadunidense a ponto de proporcionar uma perspectiva completamente diferente deles? Seja ela para melhor ou para pior?

Faz sentido num país de dimensões continentais e tão diferente entre si como o Brasil reduzir o empreendedorismo de impacto a uma faixa entre duas grandes cidades como no Silício?

Lembro que quando fiz a apresentação acima para o Grupo de Mídias Sociais e Inovação Digital da ESPM (InovadoresESPM), o Gil Giardelli fez um questionamento válido: “Se estas técnicas fossem realmente boas e o Vale do Silício realmente tão fantástico quanto falamos, os EUA não estariam na maior crise em 80 anos”. Ao mesmo tempo, numa palestra em comemoração aos 5 anos do seu grupo de estudos iniciou seu discurso inicial com a frase “Nunca foi tão difícil achar um emprego bacana. Ao mesmo tempo nunca foi tão fácil empreender.” Fiquei chateado no primeiro instante, mas hoje faz sentido.

Entender o modus operandi dos gringos, com mais know-how e experiência em construir empresas é válido e, na curva de aprendizado que vivemos, até necessário. Mas mais importante é adaptar/criar as próprias ferramentas e entender que o Brasil possui uma diversidade continental de oportunidades (recuso a usar o termo problemas) e de públicos (da Classe A-Gargalhada dos Jardins aos emergentes de todos as nossas periferias) a atender. Talvez por isso muitos, como a Artemísia, acreditam que aqui teremos o maior pólo de empreendedorismo social do planeta em poucos anos.

O Banco Pérola, inspirado no modelo de negócio do Grameen Bank (do Nobel da Paz Muhammad Yunus) atua numa das frentes que mais fomentará negócios no Brasil nos próximos anos: o empreendedorismo social.

Talvez a solução para a consolidação do empreendedorismo digital no país, mais do que marcos regulatórios, menor burocracia ou maior acesso ao capital, seja não olhar tanto o Vale do Silício. E sim prestar atenção para o que acontece ao redor da nossa Mata Atlântica.

Ar-Condicionado Inverter: bom, bonito e barato pra enfrentar o calorão!

Quem me conhece sabe que eu tenho pavor de calor. Chega ano e sai ano e minha saga pra refrescar a casa permanece. Entra dezembro e eu já começo a ficar tensa quando vejo aquele solzão brilhando de manhã… Como moradora de uma casa térrea, você pode imaginar o meu drama. É o sol implacável esquentando a casa toda, das 8 às 18h. A sensação térmica de “EutonoInferno” é tão grande que apelidamos carinhosamente nosso escritório de Casa das Caldeiras 🙁

Ar-Condicionado Inverter

Mas não precisa ser assim, né? Se voce também sofre toda vez que os termômetros atingem temperaturas acima de 30 graus vai gostar da dica que eu tenho pra dar hoje!

Ar-condicionado inverter, a nova geração do Split

Sempre que pensamos em ar-condicionado a preocupação com o consumo de energia aparece junto. Há uma procura incessante das empresas de ar-condicionado para fabricarem modelos cada vez mais econômicos e eficientes. Esta procura acontece pelo cuidado com o planeta, não só da empresa fabricante, mas também dos compradores que já estão preferindo modelos sustentáveis.

A preocupação não é só com o meio ambiente, mas com o bolso também. Afinal, a conta de luz está cada vez mais alta e se você quer conforto tem que pagar cada vez mais caro por isso :/

Assim, quando partimos em busca de ar-condicionado pra dar aquela trégua necessária no verão, é importante procurar por modelos que irão pesar menos na sua conta de energia, mas sem deixar de garantir seu conforto com eficiência. Esse modelo é o ar-condicionado inverter, a nova geração de Split que vem fazendo o maior sucesso de vendas!

Como o ar-condicionado inverter funciona

Os Splits que têm essa tecnologia são capazes de alcançar a temperatura desejada de forma muito mais rápida, além de conseguirem mantém a sensação refrescante constante, fazendo com que a oscilação de energia seja muito menor do que no ar-condicionado comum. Olha aí o truque pra economia de energia 😉

As regiões em que o ar-condicionado inverter resulta em uma maior economia, são aquelas em que a temperatura ambiental oscila muito, principalmente dentro de um mesmo dia.

De quanto vai ser minha economia com o ar condicionado inverter?

A economia pode chegar a 60% nas regiões de maior oscilação de temperatura quando comparamos um ar-condicionado comum com um de tecnologia inverter ou Split, dá pra acreditar?

Além de economizar, o ar-condicionado inverter também produz bem menos ruídos que os outros aparelhos. Isso porque o seu funcionamento é realizado de forma que o compressor tenha uma rotação mais baixa depois da estabilização da temperatura, ficando muito mais silencioso e garantindo que suas noites de sono sejam muito mais tranquilas.

Resumindo: o ar-condicionado inverter une cuidado com o meio ambiente, economia para o seu bolso e muito menos barulho para o seu ambiente.

Blog ou Site: veja as Diferenças

Mesmo pra quem usa diariamente a internet, uma dúvida comum e que cria muita confusão: qual a diferença entre blog e site? Onde começa um e termina outro? Será que as diferenças são muito significativas para quem lê ou produz conteúdo? Será que devo começar um blog ou um site seria melhor?

Blog ou Site

Se lá nos idos dos anos 90, quando a rede engatinhava, havia um padrão para todos os “lugares” que se podia visitar na internet, hoje a cena é muito diferente, com os blogs tomando áreas antes exclusivas dos websites: representar marcas e empresas. Cada um tem suas características, e saber como funcionam é fundamental para decidir qual o ideal para seu projeto.

Sites

O termo site já diz tudo: é um “lugar” (site em inglês = sítio, localização, lugar) na internet, um conjunto de páginas agrupadas e com ligações entre si, feitas através de hiperlinks (ou links, como são mais conhecidos). As páginas geralmente são estáticas, ou seja, o texto, imagens e o que mais tiverem não precisa e não costuma ser mudado ou atualizado depois de publicado. O site não muda muito depois de pronto – ele registra tudo e ali fica para consulta geral.

A estrutura das páginas não costuma variar muito de uma apresentação do assunto principal , informações adicionais com descrição do que o site oferece e contato. Sites têm caráter altamente profissional, empregados geralmente por empresas ou qualquer representação comercial/profissional.

Blogs

O blog (vindo do inglês web log) surgiu como uma variação dos sites, usando parte de sua estrutura e adicionando novos elementos, como a discussão através de comentários feitos pelo leitor. Essa participação direta no conteúdo do blog os torna mais ágeis e participativos – o visitante faz parte do que acontece, saindo do papel de apenas ler.

Além de usar páginas de conteúdo fixo, tal como os sites, blogs têm as páginas de postagens, também conhecidos como posts, publicações frequentes que aumentam seu conteúdo, levando novidades para o leitor e tornando-o muito mais dinâmico. Alguns são atualizados várias vezes por dia, outros diariamente, e assim por diante.

Podemos dizer então que o site não é um blog, mas o blog é um tipo de site.

Características de cada um

Pessoal ou profissional: cada vez mais o uso de blogs por empresas se populariza, mas uma característica ainda predominante no segundo é seu perfil pessoal. Enquanto sites apresentam opiniões e conteúdos de uma marca ou grupo, o post em um blog representa a voz do autor, seja ele dono do blog ou escritor convidado.

Pelo seu perfil profissional, os sites não dão espaço para linguagem informal ou opiniões pessoais, coisas mais que aceitáveis em blogs. Sua impessoalidade torna o contato menos “humano” e mais “corporativo”.

Uma possível desvantagem do blog seria a imagem de menos “seriedade” em relação ao site – com a proximidade entre os dois, isso vem deixando de acontecer. No caso de empresas, talvez um canal de comunicação tão pessoal não seja o suficiente, mais ainda em segmentos específicos como saúde, educação, governamentais, etc.

Frequêcia de atualização: uma das chaves na popularização dos blogs é a frequência com que são atualizados. Enquanto um site tradicional pode ficar anos quase sem alterações, os blogs mudam de forma diária, semanal ou de acordo com o ritmo dos autores. Essa frequência torna o conteúdo mais dinâmico e oferece novidades em relação ao conteúdo estático dos websites.

Isso quer dizer que o formato tradicional dos sites está acabado? De forma alguma. Tudo depende da necessidade de seu projeto; se você não precisa de atualizações frequentes, não terá sentido criar um blog pra isso.

Eu costumo pensar nos sites como livros, e nos blogs como revistas: um tem seu conteúdo imutável, pronto para consulta; o segundo se renova de acordo com os acontecimentos, traz novidades.

Rastreamento: é comprovado que os motores de busca “gostam” de conteúdo atualizado, e essa é uma das razões de, em nossas buscas no Google ou Bing, por exemplo, quase sempre os primeiros resultados serem blogs.

Comentários x Contato: nos sites, o contato entre visitante e autor é feito invariavelmente através do formulário na página “Contato” ou “Fale Conosco”, ou por e-mail. Isso faz parte de seu perfil profissional e impessoal – mesmo quando as respostas são assinadas por uma pessoa, ela fala em nome do grupo que representa.

Já nos blogs, o grande diferencial (e provavelmente maior deles) é o sistema de comentários, onde cada visitante pode opinar, criticar e participar da postagem. O visitante também pode falar com o autor do blog de forma similar aos sites – outra característica que eles compartilham.

Conhecimento necessário: para criar um site é exigido razoável conhecimento de web design. HTML, CSS, banco de dados, Javascript, além de ferramentas como editores de imagem, programas de FTP, hospedagem e configuração de domínios… Em quase 100% dos casos é preciso contratar um profissional – a não ser que você seja o próprio. Toda a estrutura é criada do zero, e quase nada dela é oferecida pronta para uso ou modificação. O controle sobre cada detalhe é total.

Para ter um blog, o autor não precisa de muito mais que conhecimentos básicos de internet, como editores de texto e navegação. Se for um projeto de menor porte, não precisa pagar nada, usando sistemas populares como WordPress ou Blogger. Há enorme quantidade de material gratuito na internet como plugins e temas, que não requerem grande nível técnico para serem usados.

Essas ferramentas grátis, por outro lado, dão menor controle sobre a totalidade dos recursos em relação aos sites. Manter um blog profissional vai exigir quase ou até mais aprendizado que num site.

Organização: num sites tradicional perdura a hierarquia de uma página inicial ligando às outras – normalmente numa barra de navegação bem visível. A publicação/atualização das páginas não é frequente, então a organização não precisa ser feita por data ou popularidade.

Essas páginas costumam ser:

  • Homepage, ou Página Inicial – o lugar em que o visitante chega ao site, com as informações iniciais. Equivale ao primeiro atendimento ao cliente quando ele adentra a loja ou é recebido num escritório.
  • Contato – formulário para fácil comunicação com o visitante.
  • Sobre Nós – apresentação do trabalho desenvolvido pela empresa.
  • Portfólio ou Cases – uma página com ações de sucesso da empresa, que validam sua marca ou reforçam sua qualidade frente ao visitante.
  • Localização – quando interessa facilitar ao visitante chegar à empresa, se ela tiver endereço físico de atendimento.
  • Clientes – alguns clientes que darão maior credibilidade à empresa.

A estrutura pode ser mais complexa, com muito mais páginas, mas todas devem ter fácil localização. Um site básico normalmente consiste de quatro ou cinco páginas, incluindo um formulário de contato, mais a homepage.

Notou alguma semelhança com os blogs? Eles também usam o sistema de navegação por páginas fixas, ainda que ocasionalmente algumas não sejam úteis, como “Localização” (grande parte dos blogs são pessoais). Por outro lado, as postagens são organizadas através de critérios como data de publicação, número de comentários e categorias. Como o número de postagens e páginas fixas superam em muito as de um site, é preciso oferecer ao visitante uma forma de encontrar o que procura de maneira rápida e fácil. Caixas de busca por termo também são usadas tanto por sites quanto blogs.

Cada vez mais parecidos

Sites atuais, como os de notícias, usam muitos elementos antes exclusivos dos blogs, como áreas de comentários e organização cronológica. Os blogs trazem consigo heranças dos sites, como páginas estáticas e menu de navegação. É provável que num futuro próximo ambos estejam tão mesclados que fique difícil dizer se um site virou blog só por fatores técnicos.

Por outro lado, algumas necessidades não mudam. Se você não pretende mudar o conteúdo da publicação com frequência, nem moderar comentários dos visitantes, o site padrão é uma solução eficiente; basta lidar com as dificuldades inerentes, como a de um profissional para administrá-lo.

Se seu intuito é ter uma proximidade maior com os leitores, discutir e escrever bastante, ou se o que tem a oferecer é de cunho mais pessoal, seu caminho é nos blogs.

Como Gerar Negócios na Web é tema de mesa-redonda para empresários e estudantes de Campinas e região

De acordo com dados apresentados pela IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), o mercado de vendas pela internet faturou cerca de R$ 15 bilhões em 2010. A cidade de Campinas ocupou a quinta posição entre as que mais consomem e procuram comércio eletrônico, segundo informações do Google Insigths. Um fator relevante para o aumento nas vendas on-line foi a expansão dos sites de compras coletivas. Em dezembro do ano passado, eram 405 sites e hoje esse número subiu para 1.100, de acordo com o site Bolsa de Ofertas.com.br. Atento a este potencial mercado, o Senac Campinas realiza a    mesa-redonda Como Gerar Negócios na Web em 16 de fevereiro, próxima quarta-feira, em seu auditório.
O objetivo principal é proporcionar aos participantes – sejam eles empresários, sejam estudantes ou interessados no assunto, uma visão mercadológica sobre como usar a internet para vender serviços e produtos, além de discutir o cenário atual, apontar projeções futuras e conjeturar o posicionamento estratégico do Brasil ante a América Latina. “O e-commerce é um mercado promissor, já que as vendas são impulsionadas pela maior utilização da internet, pelo crescimento da banda larga e o hábito nas compras on-line, pois os usuários têm acesso a mais serviços e melhores preços”, destaca Rodrigo Bianco, diretor de marketing do SuperOFF e um dos palestrantes da mesa-
-redonda.

Negócios na Web

Segundo o empresário, facilidade, conforto e credibilidade são pontos importantes que atraem os internautas para o e-commerce. “As pessoas precisam de uma referência, logo, as empresas que têm loja física tendem a gerar mais segurança. Além disso, oferecer um bom produto, data de entrega eficaz e interação com o cliente são fatores que influenciam quem busca um negócio diferenciado”, explica Bianco, que destaca a importância de investimentos em redes sociais. “Por meio de blogs, Twitter, Linkedin, entre outros, os empresários vão conseguir entender o perfil do consumidor e se adequarem às necessidades dos clientes.”

Ao lado de Rodrigo Bianco estará Gerson Rolim, diretor do Instituto Latinoamericano del Comercio Electronico (ILCE), diretor da camara-e.net e coordenador do projeto Mercosul Digital, que apresentará a evolução e o posicionamento estratégico do comércio eletrônico no Brasil e também o cenário atual das empresas que prestam serviços nesse setor. O mediador do evento será Richard Martelli, da gerência de desenvolvimento do Senac São Paulo. A entrada é gratuita.

Cartão de credito, é a forma preferida de pagamento dos brasileiros

Em pesquisa focado em hábitos de consumo e comportamento realizada pela Target Group Index, do IBOPE Mídia, revela que 41% da população usa cartão de débito e crédito. Entre as informações divulgadas, foi revelada a forma como o brasileiro paga suas compras. O dinheiro de plástico já é o mais utilizado. Somando-se as respostas que apontam cartão de crédito (24%) e/ou de débito (17%), a porcentagem chega a 41%.

Cartão de credito

A classe AB é a que mais usa as três formas de pagamento. Em relação à faixa etária, o cartão de crédito é preferido por pessoas de 25 a 34 anos (26%) e de 35 a 44 anos (27%). Já o cartão de débito é muito utilizado entre pessoas de 25 a 34 anos (27%).

“Em relação à frequência, o cartão de crédito é utilizado mais de uma vez por semana por 26% das pessoas”, apontou Dora Câmara. Este índice é maior no sexo masculino (59%), na classe AB (66%) e entre pessoas com idade de 35 a 44 anos (28%). O público feminino é maior (58%) quando o uso passa a ser de duas a três vezes por mês (25% do total). Neste caso, a faixa etária das mulheres também fica entre 35 e 44 anos (29%).

Para se termos uma ideia do crescimento do comércio eletrônico, somente os pagamentos de vendas on-line com cartões Visa registraram aumento de 42% no ano passado, considerando as regiões da América Latina e Caribe. Até dezembro, as transações com cartões da marca atingiram US$ 10 bilhões. O diretor de Produtos da Visa, José Maria Ayuso diz que, entre suas prioridades está a proteção para transações on-line para oferecer maior conveniência tanto para os portadores de cartão como para os comerciantes.

As empresas de cartões consideram que a migração para a conexão banda larga e a maior penetração de computadores nos lares incentivarão ainda mais o crescimento do comércio eletrônico e, por consequência, o uso do cartão de crédito.

Funcionamento Servidor Dedicado CS

compartilhamento de cartão CS é uma tecnologia compartilhada pelo destinatário de estações de televisão em um lugar entre os usuários que usam uma rede de redes, especialmente na Internet.

CS no chão está disponível para lamentar canais de televisão e não é um sistema que compartilha imagens de um sinal de satélite em vez do gabinete de decodificação do carro. Esse tipo de sistema representa a ameaça para a televisão, já que é salvo todo mês, é muito baixo, entre 2,5% e 5% do valor das operadoras de TV para a assinatura completa (todos os canais e PPV). ).

Função Servidor Dedicado:

Em forma simplificada ou rodada de acordo com acompanhamento de acompanhamento. Com o maior número de FTA recebido em uma rede, a partir dos receptores no servidor ou no carregador da operadora de TV, já que temos o fechamento da carta e as informações para que elas tenham acesso à caixa postal. , este trabalho também faz você procurar pelo cartão original.

Ele não está disponível, mas a mensagem “abre” para os destinatários do sinal CS Claro que permanece permanentemente conectado à Internet e ao servidor de e-mail original em que o desfile entrou. Os destinatários se conectam no início do mês nos diferentes processos que são processados ​​em todo o mundo.

O que é necessário para a sociedade utilizar?


Este é o lugar perfeito para a conexão com a Internet.
Segundo, é necessário que o destinatário tenha o protocolo cs e que este dispositivo esteja conectado à Internet.
A precisão da antena, antenas adequadas para os satélites que oferecem.

Com estas coisas, basta pedir a sua prova de que vai funcionar completamente!

Este é o lugar perfeito para a conexão com a Internet.
Segundo, é necessário que o destinatário tenha o protocolo cs e que este dispositivo esteja conectado à Internet.
A precisão da antena, antenas adequadas para os satélites que oferecem.

CS PARA SATÉLITE:
1. Tenha um nome de usuário
2. Ter um receptor de satélite FTA;
3. Tenha uma conexão com a internet, pode até ser um celular;
4. Use o cabo de rede para conectar o modem ao receptor;
5. Possui um mini prato SKY / Claro que aponta para satélites (Intelsat 11, Amazons 2 ou Star One C4).

CS PARA CABO:

1. Também é necessário ter um login;
2. Um receptor de FTA para cabo;
3. Uma conexão de Internet de banda larga com a Internet
4. Um cabo de rede para conectar o modem ao receptor;
5. Uma chave de divisão (OUTPUT para modem / receptor e cabo INPUT NET) ou TAP.

Para acessar o CS, basta solicitar uma avaliação gratuita com o Teste Grátis CS após 24 horas de experimentar o sistema, decide se ira continuar a usá-lo, assim você será cobrado uma taxa mensal para manter seu.