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Autor: Olivia Wright (page 1 of 3)

Blogs, Redes Sociais, Vlogs e etc: A gente se diverte, mas também empreende!

Comecei efetivamente a trabalhar com internet, eu vejo um desejo enorme de algumas pessoas em se tornar celebridades da web, ganhar dinheiro blogando ou produzir vídeos engraçados para web. O que eu pouco vejo são pessoas que veem o lado engraçado, o lado do prestígio, mas percebem que atrás disso existe um lado muito empreendedor de quem consegue até ganhar dinheiro.

empreende na internet

O que vemos é a ponta do iceberg de muitos blogueiros, mas ninguém percebe que há grande quantidade de gelo abaixo disso, ou seja, há muito trabalho oculto antes de tudo aparecer.

Empreender não é somente ter boas ideias, iniciar milhares de projetos e ser inovador. Empreender, mesmo que no meio digital, é ter visão, entender que esse ideia terá continuidade e irá progredir, além de ter a plena certeza que o trabalho é a parte mais importante de tudo.

Amigos, quem disse que o cara do KibeLoco, do gordinho engraçado do Jacaré Banguela, o outro gordinho do Brogui.com, o Cid Trollador do Não Salvo e até mesmo o Carlos Merigo do Brainstorm9 deram sorte com esses projetos?

Existiu muita dedicação, ideias, planejamento, networking e muitas horas de trabalho. Existe inovação? Sim, existe. Se esses profissionais e empreendedores, como muitos outros não inovarem, eles ficarão para trás. Afinal, novos empreendedores cheios de vontade estão chegando, aprendendo e se aprimorando constantemente.

Quem disse que vida de blogueiro ou de web celebridade é só prestígio, publieditoriais e entradas Vips em eventos ou convites para o Pânico na TV ou Legendários? Antes de glamour é preciso trabalhar pesado.

Esse post deveria lhe dar dicas de empreendedorismo. Mas, vou apenas deixar uma dica que para mim é a base de todo sucesso em qualquer área de atuação.

Dica: Workis king!

visão e ação de Zuckerberg. E o que virá Agora?

Olá pessoal!

Uma ótima semana para vocês.

Semana passada foi um marcante para o Mark Zuckenberg. Em menos de 7 dias eles teve marcos da sua experiência, visão e ações de vida:

– Fez 28 anos na segunda, dia 14/05;

– Fez o IPO da sua empresa, o Facebook, na NASDAQ, conseguindo a maior capitalização da história de uma empresa de tecnologia em sua estréia ao mercado de capitais;

– E casou-se com sua namorada Priscilla Chan no dia seguinte (último sábado, dia 20/5), depois de anos de namoro.

Semana intensa para Mark: aniversário, IPO da sua empresa e casório. Vai demorar para ter outra assim…

Mas em vez de falarmos da vida particular dele, vamos falar dos seus projetos empreendedores e o futuro que nos agrega mais né? 😀

E foi a experiência, a visão e algumas ações que permearam não só o sucesso de uma pessoas, seja ela empreendedora ou não, mas toda a trajetória do Mark.

visão e ação de Zuckerberg. E o que virá Agora?

Quer ver?

Vamos começar da vida que ele levou ANTES de construir o Facebook.

a) Experiência: Parece piada falar de experiência quando um cara tem 20 anos e funda uma mídia social, mas sim o cara já era experiente no assunto. Vejam só:

– Ele desenvolveu no colégio um software que identificava as músicas que você ouvir e sugeria outras para conhecer conforme o gosto de cada usuário. Recebeu a proposta de compra do seu passe pela Microsoft por US$ 1 milhão, mas recusou – um notável exercício de soberba que tornaria-se um trunfo mais tarde. A idéia, segundo ele, era do software ser livre a todos.

Gates tentou adquirir “o passe” de Mark antes da faculdade. Não conseguiu, mas seu 1,5% do Facebook lhe rendeu uma boa grana do mesmo jeito.

– Ao entrar em Harvard ele construiu um aplicativo que indicava disciplinas disponíveis para montagem das grades horárias e os alunos nelas presentes, bem como o caminho contrário. Ou seja você descobriria se aquela menininha fantástica da aula de psicologia estaria sexta a tarde numa aula de economia ou de marketing, sacaram? Bem como quem são seus potenciais colegas na escolha da aula de matemática financeira. O Course Match foi um sucesso em Harvard em 2003 e já deu certa notoriedade ao Mark.

– Aqui o exemplo final que todos conhecem: o Facemash. Que realmente derrubou o servidor de Harvard no final de 2003.

b) Visão de mercado: “Como assim, o cara é de TI, programador!” Diriam alguns. Pois é. Por isso Mark chegou tão longe. Ele é um cara de TI que tem uma “visão do jogo” excelente. Talvez aí esteja a coisa de conectar os pontos que o seu guru Steve Jobs tanto falou em Stanford – ele juntou o fato de ser um programador de mão cheia com a percepção das demandas humanas em conversações e comportamentos específicos. Vejam só:

– Mark sabe que um cara não quer ter um iPod, iTunes ou sabe-se lá Deus o gadget de música que for com uma banda. Consumidor de música sempre quer explorar mais, conhecer outras coisas aderentes ao seu gosto. Isso é comportamento do consumidor. Soma-se isso com a programação, logaritmo para lá, base de dados para cá e… lembram-se do player musical que ele criou no colegial? Voi lá!

O Course Match já vai para uma linha um pouco diferente, mas ainda muito social. A construção da grade horária perfeita. Para sua formação acadêmica e/ou para deleite dos seus olhos e/ou coração. Muitos aqui são universitários, vão entender…

– O Facemash vai na brincadeira básica que todo universitário(a) e mesmo adulto(a) fazem: Quem é a pessoa mais bonita do(a) [insira aqui o ambiente o qual estão inseridos você a sua turma].

Réplica do Facemash. E que atire o primeiro gadget a pessoa que nunca fez uma comparação entre meninas(os) para dizer quem é a mais bonita(o)?

c) Senso de ação: Conhece o ditado “O medo de perder tira a vontade de ganhar”? Pois é. Mark deve conhecer de algum jeito. Tudo bem que ele teve um empurrãozinho com umas bebidas na cabeça e um fora da namorada da época, mas ele foi atrás de construir o Facemash mesmo conhecendo que haveriam riscos à sua carreira acadêmica construindo-o.

Tudo isso que falamos seria bacana, mas ainda não chegamos ao dia 4 de fevereiro de 2004. O dia em que o registro thefacebook.com foi lançado ao ar por Mark Zuckenberg. Que novamente guia-se por estes três fatores ao lançar a ferramenta:

O que você estava fazendo em 11/2/2004, quando esta tela foi ao ar pela primeira vez?

a) Experiência: Os aplicativos e programas lançados anteriormente deram bagagem para novas aventuras de Mark. Mas a principal delas vem da encrenca com o Facemash, que quase custa sua expulsão de Harvard: o problema surgiu porque ele tomou as fotos de diretórios acadêmicos da universidade. Se as próprias pessoas adicionassem suas atividades (como no Course Match)  em conjunto com as fotos (como no Facemash) não haveria problema algum – estaria quem quiser com a exposição que lhe convier. Conectando os pontos novamente sacaram?

b) Visão de mercado: Lendo o livro “O Efeito Facebook” – biografia autorizada sobre o site – há no início um tema interessante: havia entre alunos a demanda pela digitalização dos anuários com as fotos dos calouros e formandos. Não somente em Harvard mas em outras faculdades. Havia alí uma oportunidade de mercado que Mark abraçou, somando valor ao fato de tornar o anuário um depositório das atividades e das redes dos alunos de Harvard.

Livro “O Efeito Facebook” conta detalhes (oficiais) da trajetória da empresa.

c) Senso de ação: Havia às vésperas do lançamento do Facebook a promessa da universidade de lançar um site com as fotos dos alunos. Mas esbarrava na burocracia em construir um site e lidar com possíveis reclamações legais de alunos. Mark novamente antecipou-se aqueles que tem medo de perder e lançou sua plataforma contando com a colaboração e co-criação dos alunos – o que seria fácil já que havia demanda.

Querem ver onde estes três itens se repetem novamente? No sucesso retumbante do Facebook em seu caminho até o IPO:

a) Experiência: o acúmulo de dados gerados por nós todos os instantes na mídia social criada por ele alimenta o logaritmo que torna mais assertivo as táticas de publicidade online – principal fonte de renda do site, com 85% dos US$ 4 bilhões de faturamento em 2011. Logaritmo, assertividade… isso não lembra o player de MP3? Hoje o Facebook é o segundo principal canal de anúncios na net, atrás somente dos links patrocinados do Google.

É a direita do consumidor que ocorrerá o embate publicitário online entre Facebook e Google Ads. E não pensem que é à direita a toa: é o local que o olho mais acessa numa página por causa da barra de rolagem.

Suas experiências no convívio universitário e humano também são raízes que fomentam frutos até hoje. Informações básicas presentes na página principal do usuário? “A Rede Social” mostra que foi um insight durante uma aula sobre as informações essenciais de uma pessoa que outra quer – faz o que, onde, faz aniversário quando e se tem compromisso. Assim como a Timeline assemelha-se ao álbum com fotos e momentos da vida dos filhos que mães (principalmente nos EUA) colecionam, o mural é a lousa em branco onde cada um recado a todos que ali passam e o Like simplesmente é a sua aprovação – o “Isso é legal” de toda aprovação a algum comentário feito por terceiros que você pode dizer “Olha, vou contar para meus amigos também” e… compartilhar.

b) Visão de Mercado: Aqui o principal triunfo do Facebook frente a outras mídias sociais do gênero. Além dela oferecer todos os recursos possíveis (textos, fotos, vídeos e até games) sua estratégia de distribuição é fator crítico para o sucesso: ela nasce em Harvard e segue conquistando passo-a-passo, uma a uma, as faculdades da Ivy League – as 8 principais escolas universitárias estadunidenses, onde todo adolescente quer estar e os agentes de mudança do país são formados (e de certa forma, admirados). Só depois ele começa a alastrar-se para outras faculdades, regiões, países.

Percebam que por aqui não foi diferente. O nascimento do Facebook aqui vem das experiências que os brasileiros em fase universitária tinham nos EUA ou Europa. Como não havia o Orkut (mídia social do Google que vingou rapidamente aqui e na Índia, mas devidamente esquecida em outros lugares), para manter o contato com quem conheceu lá fora criava-se um novo perfil. Quem via a ferramenta do amigo(a) voltando achava interessante, via uma plataforma com mais funções e menos confusa e fazia o mesmo. O processo demandou alguns anos, mas finalmente em 2011 o Facebook tomou o lugar do Google como mídia social mais utilizada no país.

c) Senso de ação: Mark não teve dúvidas quanto a importância do apoio de um cara como Sean Parker como mentor e acelerador do processo de expansão do Facebook, ao contrário do seu sócio brasileiro Eduardo Saverin. Também não hesitou em ir ao Silício, onde vinha a ser o local ideal para lançamento da sua startup ao invés de ficar recluso ao ambiente de Harvard/Boston, novamente debatendo com Saverin. Contratar pessoas certas (há diversos nomes de razoável sucesso no topo da estrutura do Silício, alguns egressos do Google, Microsoft e outras empresas consagradas), cercar-se de bons investidores (Microsoft e Elevation Partners, do Bono, são dois deles)  no momento certo – quando precisava de verba para ganhar escala – são outros exemplos de boas decisões.

Mas talvez a melhor delas pareça a todos como uma não decisão: a demora para entrar na bolsa de valores

Seja bem vindo. Mas se você não entregar o resultado que queremos… Ai ai ai…

Por quê? Mark sabe que os olhos dos investidores estarão massivamente de olho na sua empresa. E investidor não costuma ter paciência com empresas que possuem oscilações de receita, lucro e/ou concorrências inesperadas – justamente o cenário que o Facebook encontrará. Lembrem-se que é um site que possui praticamente uma única fonte de receita e precisa reinventar-se sempre para continuar no topo, afinal alguém em outro quarto de universidade, em qualquer lugar do mundo agora, pode construir seu substituto.

A trajetória de empresas de tecnologia de sucesso na NASDAQ demanda ter estômago de aço. Geralmente partem de uma demanda forte, muito em função da marca forte e “fresca” na mente dos consumidores e mercado, sofre um forte revés no seu preço em virtude do crescimento do negócio (por exemplo: Facebook praticamente dobrou receita e lucro em 2011. Se a economia global soluçar e o site crescer menos de, sei lá, 60% em 2012, as ações certamente vão cair. Se aparecer um Pinterest da vez então…) e, se conseguirem consolidar sua posição de líder ou referência, retomam o crescimento trimestres depois e aí sim adquirem o status de estrelas da bolsa. Os principais exemplos são Amazon e Apple (esta na volta de Jobs ao comando).

Acabei avançando um pouco na quarta e última parte deste mapa da trajetória do Mark e de seu Facebook. O que vem por aí?

a) Experiência: Vai precisar de jogo de cintura para lidar com o mercado de capitais, que vai pegar no pé do crescimento espetacular da mídia social. Eles vêem a oportunidade de ganho que o resto do mercado (e da economia – local e global) não possui, por isso tamanho oba-oba em Wall Street. Uma desacelaração e já discutirão o modelo de negócio da rede. Um novo concorrente com crescimento espetacular, idem.

b) Visão de Mercado: Mark sabe que já é e brigará com gente grande – f-commerce? Amazon e muitos outros. Publicidade? Google. Uma loja de aplicativos? Apple do seu guru Jobs. Ou seja, se ele precisará dar o passo além que estes caras ainda não deram caso queira entrar em Oceanos Vermelhos. Para navegar Oceanos Azuis o ideal seria (a princípio – vai que tem algo que ainda não vimos?) maximizar as formas de receita do site, indo além dos links e possíveis comissões com aplicativos e games. Mobile é outra frente a explorar, uma vez que metade dos acessos já é feita por dispositivos móveis. Vejam este ótimo estudo da Publicis Londres sobre o futuro do Facebook sob 9 hipóteses de remuneração.

c) Senso de ação: Aqui vai misturar-se com os dois acima, mas ter postura firme e não ceder aos anseios dos novos acionistas quanto a possíveis mudanças forçadas no seu planejamento ao site. Colocar a frente grandes projetos de inovação ao Facebook constantemente, seja via aquisições de outras startups (como o Instagram) ou pelas famosas Hackathons promovidas ao redor do planeta. E atrair/reter as melhores cabeças do mercado – um dos maiores receios é que, com mais de 900 milionários agora dentro da sua estrutura, Mark perca alguns destes profissionais para iniciativas próprias.

Virão das mentes brilhantes de uma Startup adquirida como o Instagram ou das hackathons as inovações que manterão a trajetória de sucesso do Facebook.

Acredito que é isso. Falar sobre futuro em tecnologia é muito complicado, mas o Facebook tem talentos, oportunidades e agora dinheiro para, se não perpetuar-se como líder, consolidar-se como uma grande empresa de internet. Só não pode repousar sobre o berço explêndido, caso contrário pode ter destino parecido com a AOL e Yahoo! – líderes de outrora que permaneceram com o modelo de negócio estático e hoje estão a beira do ostracismo.

Mark também precisará de experiência, visão e ações para tornar seu casamento com Priscilla um sucesso, mas isso não é da nossa importância né? 😀 Boa semana a todos!!!

A amazônia do e-commerce global: Seja bem vindo Jeff Bezos!

Muito se falou… anteciparam, adiaram… mas acabou a espera.

A Amazon, gigante e atualmente vencedor no jogo do e-commerce global chegou ao Brasil. Ainda de maneira tímida, vendendo somente seu Kindle e e-books, onde consegue preços competitivos e em base de impostos competitivas com seus concorrentes locais.

Jeff Bezos

Muitos falam que a Amazon chegou para tomar o mercado de assalto. Que em um ano derruba a B2W e a Nova Pontocom (Ponto Frio, Extra e Casas Bahia), que vai “jantar” a Saraiva… vamos analisar isso?

É claro que a Amazon não veio para o Brasil só para vender e-readers e e-books. Nem existe um mercado pronto para tal – a taxa de penetração deste segmento é ínfima, deve crescer substancialmente nos próximos anos, mas existe o laptop e os tablets como opções com mais recursos e com uma evangelização mais assertiva ao público. Além disso, ainda existem poucos títulos nacionais no formato e-book e uma certa resistência de varejo e editoras para a migração de seus conteúdos.

Finalmente entre nós!

O desafio da Amazon está, contudo, em aumentar seu portfólio de produtos e oferecer no Brasil a mesma experiência de outros lugares do mundo. Poucos como ela souberam explorar o fenômeno da Cauda Longa (poucos item com grande volume de vendas com margens reduzidas, mas que garantem a perenidade da operação, e muitos item com venda baixa mas com lucratividade suficiente para remunerar seus sócios). E para ela realizar isso ela precisa de bons acordos com fornecedores de todos os tipos – de eletrônicos a editoras e gravadoras.

Jeff Bezos foi um dos pioneiros na venda de produtos na Internet, em meados dos anos 90. Neste caso, a própria curva de penetração da internet nos EUA e no mundo foi balizador de seu sucesso, atrelado a um atendimento que falaremos depois. No Brasil encontrará pelo menos três redes (Cultura, B2W e Nova Pontocom) consolidadas e com alguma disposição em dificultar, via negociações com seus fornecedores, a entrada competitiva e a formação de bons contratos da Amazon no país.

Por isso o suposto interesse dela na Saraiva. Provavelmente nunca veremos uma loja física da Amazon. A Amazon não quer as Megastores. Ela quer a rede de contratos da Saraiva, o que a permite instalar-se já com porte suficiente para impor seu ritmo de desenvolvimento de mercado e da base de clientes.

São os contatos, e não as lojas, que interessam à Amazon ao sondar a Saraiva.

Problema é que a Saraiva, além de saber a utilidade que teria à Amazon, o que por si só eleva o preço de uma suposta venda, quer livrar-se toda a operação. O esforço para revender as lojas físicas e alguns outros ativos talvez não compense o esforço adicional para levar a Saraiva em regime de “porteira fechada” – com tudo o que tem lá dentro.

Essa é a equação que Alexandre Szapiro – ex-presidente da Apple no país e convocado para a liderança da Amazon – está tentando resolver agora. Ser simplesmente uma versão em português do site original não rola. O custo em impostos é alto demais para tal. Como a Amazon é grande ela tem duas opções – e isso serve de aprendizado incluse para quem está começando a empreender:

  1. Começa por baixo, entrando num segmento com baixa concorrência que os grandes ainda não tem expertise, apesar da penetração (e-readers), adquire conhecimento, reforça sua proposta e fortalece sua base de Clientes brasileiros em sua base de dados global;
  2. Simplesmente abre a carteira, sai gastando tudo, compra alguém (além da Saraiva, a FNAC estaria supostamente a venda. Aliás, globalmente) e vai pra cima dos grandes tubarões do mercado.

Jeff Bezos já foi “startupeiro”. Na época não tinha Estratégia do Oceano Azul, Lean Startup ou Customer Development. Mas foi tão esperto quanto espero que você seja ao escolher uma das duas opções acima para acelerar seu projeto. 😀

A Amazon começar num segmento pequeno tem muito mais a ver com seu projeto empreendedor do que imaginas.

Hoje, no Brasil, ele tem apenas uma diferença em relação a você no que tange ao lançamento: ele já tem validada por um público muito interessante (f0rmador de opinião e, em boa parte, já usuária da Amazon nos EUA) do incrível atendimento ao Cliente proporcionado. O e-mail marketing com conteúdo bacana, as recomendações com base no algoritmo atrelado a sua busca e de outros usuários, o atendimento pessoal bem feito e dedicado – ele que trouxe isso para o e-commerce e o mundo replicou.

Ele está agora apenas trazendo-o para um dos mercados mais efervecentes do planeta no segmento – crescendo mais de 10% aa há vários anos e com adesão crescente na população – a Classe C ainda não descobriu ou confiou plenamente no mercado eletrônico, por exemplo. O e-commerce no Brasil ainda é uma Amazônia, com um espaço vasto a conhecer. Não à toa, fundos de grande porte como Intel Capital, Rocket Internet e o Peter Thiel (primeiro investidor do Facebook) entraram no país pela porta do e-commerce.

Boa sorte ao Jeff Bezos e a Amazon no Brasil. Com certeza causará com o devido tempo um belo barulho no mercado. Força a concorrência a reinventar-se. Os stakeholders a adaptar-se. E os consumidores às melhores compras!

Menos Silício, mais Mata Atlântica!

Pela primeira vez o empreendedorismo deixou de ser majoritariamente uma atividade de subsistência para configurar-se em grande maioria uma opção para uma vida mais confortável e confortante. Maior prova disso é que até quadro do Fantástico o tema tornou-se – nas mãos do Max Gueringher, ótimo executivo atrás do sucesso da Cica, mas que nunca foi dono de empresa. Mas a intenção foi boa, e isso é válido.

Outro aspecto que mostra a relevância do tema na mídia impressa e digital. Sou assinante da Exame desde os 20 anos e de um ano para cá, todas as edições trazem uma análise de uma empresa novata chegando ao topo, seja ela tradicional ou um fenômeno digital, como GroupOn, Facebook e, na última edição, o Pinterest.

Pra uma revista de negócios tradicional como a Exame dar a capa e pelo menos uma matéria por edição a Startups, é porque há uma demanda…

Dentre as mais diversas formas de montar uma empresa e “ser dono do próprio nariz”, chamou a atenção o meio digital, influenciado obviamente pelo sucesso meteórico das empresas citadas acima (lembrem-se que o Facebook tem o Saverin como co-fundador) e outras, como Foursquare, Google, Linkedin, Apple (campeã mundial de mídia espontânea – em todos os cursos que fiz ano passado de marketing e mundo digital TODAS AS AULAS tiveram a maça como case) e Instagram – que é a capa da Veja da semana, uma vez que o paulista Michel “Mike” Kriegrer é acionista majoritário. Ter uma empresa digital de rápido crescimento é garantia de ter awareness a custo zero – a imprensa adora histórias relâmpago de sucesso, e o mundo digital é um prato cheio.

Menos Silício, mais Mata Atlântica!

…se chegou a capa da Veja, maior semanário nacional, então é porque temos um movimento grande acontecendo. Em todo o país.

Mas isso não é tudo. Somam-se mais três fatores e temos o porquê da aceleração do empreendedorismo digital brasileiro.

– Cenário macroeconômico: Aquele blá blá blá (que de baboseira não tem nada – acompanhem!) sobre a estabilidade econômica, crescimento da renda, pleno emprego, perspectiva de crescimento acima da média mundial, demanda acelerada e carente de produtos & serviços, Copa + Olimpíada…

– Custo Empreendedor: Além da perspectiva de menor custo x tempo para levantar uma empresa (ainda é custoso e “burrocrático” mas melhorou alguma coisa), iniciar uma empresa na web é muito mais barato que física. Um e-commerce, com domínio próprio e meios de pagamento custa R$ 60 ao mês, por exemplo. Menos que o cafezinho que colocaria numa loja para dar oi aos potenciais Clientes.

– Cases de sucesso nacional: Nada como boas histórias para inspirar. E no Brasil temos algumas delas: Buscapé, que começou com investimento de R$ 400, Peixe Urbano (fruto da pós de Julio Vasconcellos e que valeu investimento do Huck), Submarino, Mandic, Boobox e, por que não, Instagram e Facebook.

Julio Vasconcellos replicou o modelo de uma Startup que conheceu nos EUA para criar o Peixe Urbano, grande rival do GroupOn no efervecente segmento de compras coletivas (primeira foto). Já Marcos Gomes viu um novo mercado para a BooBox e hoje ela é uma das 50 empresas mais criativas do mundo, segundo a revista FastCompany.

voi lá. Foi uma profusão de eventos empreendedores digitais no Brasil. Meetups, intercâmbios de gringos para cá, escritórios de fundos de investimento gringos vindo e nascimento dos locais, programas de aceleração de idéias, premiações, workshops, novos investidores-anjo e a respectiva organização em aportes em novas empresas (e outras não tão novas).

Temos um cenário. Bacana. Fundamental para o fomento e consolidação da iniciativa empreendedora no país a formação de grupos – por exemplo, o Rock anos 80 germinou e brotaram grandes bandas porque “a cena” era a mesma para Legião, Capital, Plebe Rude e até os Paralamas (que eram cariocas, mas o Hebert conhecia bem a Turma da Colina). Não a toa que se nos anos 80 todo jovem queria ter uma banda de rock, hoje o mesmo quer montar uma empresa de tecnologia.

Seriam os jovens empreendedores de sucesso os rockstars da década atual?

Mas após um ano de muita leitura, visitas a eventos variados do segmento, principalmente workshops e meetups, o que ainda vemos são réplicas de dinâmicas do que existe no Vale do Silício. Até as referências de profissionais e livros de consulta são os mesmos. As próprias startups que nascem e destacaram-se nos últimos tempos, se não replicaram modelos de negócios de lá, pensaram como target o mesmo público.

E aí ficam os questionamentos:

– Será que as startups brasileiras precisam necessariamente seguir o modelo de negócio pautado em Canvas, Customer Development, Lean Startup? (Se não sabe do que estou falando, veja nesta apresentação ou leia o incrível blog do Nei Grando).

– Será que precisamos de um pólo de fomento à atividade empreendedora, como os EUA tem no Silício, a Índia tem em Bangalore e a Inglaterra tem em Oxford e na Old Street de Londres?

– Será que os públicos-alvos são exatamente os mesmos? Ou melhor? Será que a dinâmica brasileira não é diferente o suficiente da estadunidense a ponto de proporcionar uma perspectiva completamente diferente deles? Seja ela para melhor ou para pior?

Faz sentido num país de dimensões continentais e tão diferente entre si como o Brasil reduzir o empreendedorismo de impacto a uma faixa entre duas grandes cidades como no Silício?

Lembro que quando fiz a apresentação acima para o Grupo de Mídias Sociais e Inovação Digital da ESPM (InovadoresESPM), o Gil Giardelli fez um questionamento válido: “Se estas técnicas fossem realmente boas e o Vale do Silício realmente tão fantástico quanto falamos, os EUA não estariam na maior crise em 80 anos”. Ao mesmo tempo, numa palestra em comemoração aos 5 anos do seu grupo de estudos iniciou seu discurso inicial com a frase “Nunca foi tão difícil achar um emprego bacana. Ao mesmo tempo nunca foi tão fácil empreender.” Fiquei chateado no primeiro instante, mas hoje faz sentido.

Entender o modus operandi dos gringos, com mais know-how e experiência em construir empresas é válido e, na curva de aprendizado que vivemos, até necessário. Mas mais importante é adaptar/criar as próprias ferramentas e entender que o Brasil possui uma diversidade continental de oportunidades (recuso a usar o termo problemas) e de públicos (da Classe A-Gargalhada dos Jardins aos emergentes de todos as nossas periferias) a atender. Talvez por isso muitos, como a Artemísia, acreditam que aqui teremos o maior pólo de empreendedorismo social do planeta em poucos anos.

O Banco Pérola, inspirado no modelo de negócio do Grameen Bank (do Nobel da Paz Muhammad Yunus) atua numa das frentes que mais fomentará negócios no Brasil nos próximos anos: o empreendedorismo social.

Talvez a solução para a consolidação do empreendedorismo digital no país, mais do que marcos regulatórios, menor burocracia ou maior acesso ao capital, seja não olhar tanto o Vale do Silício. E sim prestar atenção para o que acontece ao redor da nossa Mata Atlântica.

Fazer APP para Celular para sua marca sem gastar muito

A importância do celular para o seu consumidor

Os celulares, mais precisamente os smartphones, são uma das ferramentas mais poderosas para coletar dados, pois não dizem apenas o que o consumidor quer mas aonde eles estão. Localização, atividade e tempo são uma combinação poderosa, mas a maioria das empresas está com tanta pressa em executar ações de mobile marketing que, erroneamente, focam na tecnologia em vez de focar nas pessoas. Suas mensagens enviadas acabam tendo pouca relevância e os consumidores as filtram como fazem com o telemarketing. O vídeo produzido pelo Google, por exemplo, mostra que os celulares são um dos maiores influenciadores no comportamento do usuário, ajudando a determinar como eles buscam, compram e respondem às campanhas.

Para ser relevante e chegar ao consumidor, as empresas precisam repensar suas estratégias de mobile. A audiência não é mais passiva, ela responde em tempo real, influenciando o escopo e a direção das ações. Estamos falando de criar um diálogo com o consumidor. E para que isso aconteça, as marcas precisam motivar a participação com ações dinâmicas e flexíveis, como os aplicativos para celular.

O mercado de aplicativos móveis

Foram quase 8 bilhões de aplicativos baixados em 2010 e estima-se que, até o final deste ano,  serão movimentados cerca de U$6,8 bilhões mundialmente neste mercado. Em crescimento acelerado e abrangendo muitas oportunidades, aumenta também a demanda por empresas ou profissionais que botem a mão na massa.

Para evitar os preços lá em cima, aumentar sua produtividade e driblar a falta de tempo, separei neste post 4 ferramentas online simples para criar protótipos de aplicativos e rodá-los no próprio aparelho celular, e também 3 sites que permitem a criação de aplicativos móveis (uns gratuitos outros com planos mensais) sem a necessidade de programar nada:

Ferramentas online para protótipos de aplicativos mobile

Flair Builder: custa $99, porém há grandes descontos para quando há vários usuários trabalhando juntos. É possível testar a ferramenta por 15 dias gratuitamente;

• iPhone Prototype: da SourceForge, é um projeto gratuito e opensource que funciona como um plug-in em seu browser;

• Pidoco: o plano mensal mais básico custa $9, porém é possível testá-lo gratuitamente por 30 dias. Para que seu protótipo funcione no próprio aparelho celular, a empresa oferece aplicativos de iPhone e iPad que oferecem este recurso;

• Prototypes: é um aplicativo da Mac App Store que custa $39 e, com uma interface muito simples de arrastar e linkar, é possível desenvolver protótipos de aplicativos e testá-los no próprio celular sem necessidade de ter um servidor.

Sites para criar aplicativo mobile sem programação

• Universo.mobi: apesar de serem poucas as opções de personalização e de não poder fugir muito dos recursos oferecidos, já é um começo para quem não necessita de algo muito complexo;

• AppsMakerStore: possui “pacotes” pré-definidos que oferecem inúmeras combinações e variações para montar seu próprio aplicativo. É possível personalizar todo o conteúdo. Há um plano básico gratuito e outros que vão de $9 a $49 por mês;

• AppMakr: oferece os mesmos recursos que o anterior, porém com ferramentas de métricas e de monetização do seu aplicativo. Há um plano limitado gratuito e outro por $79 mensais.

Legião Urbana com Wagner Moura

Hoje não vou falar de empreendedorismo. Na verdade até vou, mas não de negócios, empresas, startup, afins.

Vou falar da trilha sonora perfeita do empreendedor: o Rock n’ Roll!!! 😀

(Aliás dá para repetir o que disse tempos atrás: há quem veja que o jovem que monta uma empresa hoje seja a versão “anos 2010″ dos meninos que montaram suas bandas de rock nos anos 80).

O dia de hoje é histórico para o rock nacional. Temos a reunião de Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá no que provavelmente será a homenagem definitiva a maior banda de rock da história do Brasil, a Legião Urbana.

Antes que você tenha alguma crítica a Legião (engraçado que a crítica existe basicamente em São Paulo, outras praças possuem de veneração, como RJ e Brasília ao respeito a distância em Porto Alegre. Reflitam), vejam alguns fatos sobre a trajetória da banda:

– O movimento do rock em Brasília, conhecido pela Turma da Colina (grupo de amigos fãs de punk e pós punk liderados por Renato Russo e com presenças dos irmãos Lemos, de Phillipe Seabra da Plebe Rude e os menores Dado Villa-Lobos e Dinho Ouro Preto) é o primeiro estruturado que dele brotam bandas de grande sucesso – Legião Urbana, Capital Inicial, Plebe Rude saem da turma. Antes ou existiam enlatados criados pela indústria fonográfica (como a Jovem Guarda ou o Barão Vermelho com a entrada do Cazuza) ou feitos pontuais, como os Mutantes e os Paralamas. Existiriam movimentos parecidos mas com formações diferentes em São Paulo, Porto Alegre e anos depois no Recife, mas o pioneirismo cabe a Brasília, pelos extremos que a cidade convivia (riqueza e pobreza, liberdade de expressão das influências e governo militar liderado por parentes dos músicos).

– A Legião Urbana é a primeira banda de rock independente a fechar contrato com uma gravadora – em 1983 com a EMI. Vamos tirar o Barão Vermelho da conta porque novamente temos o fator Cazuza – filho do diretor da Som Livre.

– A Legião Urbana até hoje detém o recorde de músicas que atingiram o #1 das rádios com um mesmo álbum – As Quatro Estações com 9 das 11 canções do disco.

Ninguém da sua geração vendeu tantos álbuns – mais de 20 milhões de unidades vendidas. Para terem uma idéia, da mesma geração Titãs e Paralamas, que estão em atividade, estão no patamar das 6 milhões de cópias.

Este é o legado mais técnico, apontado em números e fatos. Mas a Legião vai muito além.

Vendo um especial da MTV para o ao Vivo de hoje, o Nasi foi especialmente feliz ao dizer que “o Legião Urbana foi a primeira banda de rock nacional a trazer os elementos da cena do rock inglês do fim dos anos 70 com requintes da temática nacional, como vemos em Faroeste Cabloco e Eduardo e Mônica.”

A coisa vai muito além. E aí a voz é de Dinho Ouro Preto: “Qualquer um de fora do Aborto Elétrico (banda formada por Renato e os irmãos Lemos rachada em 1982, posteriormente formando a Legião e o Capital Inicial) vinha que havia um diamante escondido no talento daquele vocalista. Renato era o único músico predestinado da turma de Brasília”.

O grande ponto é que Renato Russo era um cara diferenciado. Mais velho da turma, tinha um repertório que ia dos hits do pós punk da época, como The Cure e The Smiths (havia quem comparava sua atuação no palco com a do Morrissey – pura bullshitagem) a elementos de poesia como Camões – lembrem-se que ele canta um soneto do próprio em Monte Castelo, que está em As Quatro Estações. Ele era o cara que passava as referências aos colegas da Colina irem atrás, logo sempre estava um passo a frente.

(Ou seja, para empreender, seja montando uma Startup, um restaurante ou uma banda de rock, você precisa estudar muito. Entenderam? :D)

A soma de repertório com a sensibilidade, uma pitada de violência do sistema contra si (Renato era homossexual, e isso era muito mais difícil de ser aceito nos anos 80 que agora) e principalmente o momento que o país passava -vivíamos o fim da Ditadura e o país estava em frangalhos social e economicamente – éramos o país do futuro, como dizia a música 1965 (Duas Tribos) que ninguém sabia quando viria – foram os fatores críticos para que a banda explodisse.

Legião Urbana (1985), Dois (1986) e Que país é esse? (1987), os três primeiros álbuns da banda, possuem altíssima carga de politização em suas músicas. Dos hits destes álbuns estão “Geração Coca-Cola”, “Que país é esse?”, “Índios” e talvez o grande exemplo de Storytelling na música nacional, “Faroeste Cabloco” (que virará filme este ano, produzido pela Globo Filmes). Como curiosidade, Dois e Que país é esse foram produzidos para serem um único álbum duplo chamado Mitologia e Intuição, mas a EMI não autorizou e lançou-os em separado.

Os álbuns seguintes saem um pouco da temática política (afinal o Brasil já estava democratizado, se bem que ainda com muitas complicações) e volta-se a temas mais bucólicos e sentimentais – As Quatro Estações é o ponto da virada. Este sentimentalismo oscila entre temas adolescentes (“Pais e Filhos” e “Meninos e Meninas”) a depressivos (“Vento no  Litoral” e “Teatro dos Vampiros”) durante todo o resto da existência de obras inéditas da banda, que termina em 1996 com a morte de Renato Russo. Uma exceção é “Perfeição”, de O Descobrimento do Brasil (1994)

A banda encerrou suas atividades, mas Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá sempre quiseram fazer uma homenagem própria deles ao legado que a Legião criou – um séquito de fãs que beirava o messianismo, tamanha a devoção e identificação com as letras da banda.

A banda namorou diversos formatos, desde um breve setist com Toni Platão (membro da Turma da Colina e com voz parecida a do Renato) a especiais com diversos vocalistas – o mais famoso foi o show no Rock in Rio 2011 com Pitty, Rogério Fausino, Dinho Ouro Preto, Toni Platão e Hebert Vianna.

E parece que achou o formato ideal quando a MTV propôs um especial Ao Vivo com o seguinte vocalista:

Pra quem não sabe Wagner Moura, além de possuir uma banda há 20 anos (Sua Mãe – cuja especialidade é oscilar entre clássicos do Rock como The Cure e cantores bregas  como Odair José e Reginaldo Rossi) é fanático pela Legião – afinal sua adolescência coincidiu exatamente com o sucesso da Legião. O cara é tão “legionário” que já cantou duas vezes músicas da banda em filmes – a mais famosa é seu dueto com Alinne Moraes em “O Homem do Futuro”.

A vontade de construir uma homenagem definitiva com o fanatismo do principal ator brasileiro da atualidade foram os fatores para a construção deste especial, que será gravado entre hoje e amanhã aqui em São Paulo, com transmissão ao vivo da MTV a partir das 21h.

Para tirar o peso das costas do Wagner e por um não acordo com a família de Renato, que detém os direitos da marca Legião Urbana, o show é tratado como um tributo feito pelos três. Mas não há como dissociar que teremos mais um capítulo da maior banda de rock nacional escrito daqui a algumas horas.

Se o Wagner Moura, ator exemplar e de postura invejável à maioria dos brasileiros fará um bom papel a frente da banda do seu maior ídolo, não sabemos. Como ele mesmo diz: “Sinto-me abençoado por ter a oportunidade de, como fã, ter a chance de tocar com a banda mais importante da minha vida.” É como um sonho tornando-se realidade: você venera a banda, conhece todas as músicas de cor e salteado, e um belo dia o telefone toca perguntando se toparia fazer um show com eles.

Mas eu sou um cara muito legal com o pessoal do Café com Blogueiros, então tenho uma surpresa para vocês!!! 😀

Sábado fui ao Studio SP da Augusta para ver o show da Orquestra Voadora – banda de marchinhas de carnaval com pegada de maracatu que faz um sucesso tremendo nas glebas da Guanabara. E quando chego na fila vejam só o tweet que chega:


Sim galera, eu vi a Legião Urbana em ação antes do show de hoje. Por mais que o Alê Youssef, dono do Studio SP, disse à imprensa que foi apenas por diversão, vou opinar que a idéia aqui era de testar músicas (foram executadas 14 das 26 músicas que estarão no CD duplo/DVD) e dar mais segurança ao Wagner Moura.

E olha… foi muito emocionante. A soma de admiração pelos dois ícones das artes no país compensa alguma falta de traquejo do Wagner para liderar um grande grupo de rock. E neste ponto aliás não dá para reclamar do ex-Capitão Nascimento: ele mostrou-se especialmente motivado, alegre e empolgado ao longo de toda a execução. Pessoas olhavam-se umas às outras descrentes que estavam vendo a história sendo escrita na sua frente. Outras choravam até soluçar ao ouvirem “Tempo Perdido” e “Pais e Filhos”, entoadas por todas as testemunhas daquele ensaio de luxo.

Para finalizar este post a tempo de começar a me arrumar para a gravação (sim, eu dei sorte: verei tudo de novo :D) e ajudar vocês a tirarem suas conclusões prévias de como pode ser esta que deve ser a última execução da banda (eles dizem que não farão turnê deste disco – acreditemos por enquanto, pois), seguem dois clipes gravados deste show. E com as frases que todos os releases e álbuns da Legião terminavam, que é a versão em latim do título do post:

O conto das azuis x vermelhas

Charles Bukowski tinha as corridas de cavalo aos sábados pela manhã. Era a sua maneira de se livrar de qualquer tédio. Eu não as tenho. E acordei com muita vontade de escrever, mas o texto ficou entalado bem atrás da minha orelha, não conseguiu fluir pelos meus dedos. Tentei, não deu, levantei e fui caminhar no parque. Saí de chinelo, meias e bermuda. O sol tirou o gelo dos meus pés e o céu (mais uma vez) me ofereceu algum conforto.

Uma partida de futebol feminino infantil estava para começar ali no campinho. Ganhei o dia. Antes fui comprar um sanduíche na lanchonete mais próxima, uma brilhante invenção da culinária junkie: dois hambúrgueres, cheddar, fatias de bacon e creme de abacate. Sim, abacate. Hambúrguer com abacate. Pedi pra viagem, comprei o jornal do dia e voltei ao parque. Ajeitei-me na colina mais confortável e me aprontei para o espetáculo.

As meninas de vermelho se aqueciam com bolas cor-de-rosa, prata ou roxa. As de azul tinham bolas azuis mesmo. Papais e mamães na beira do gramado, em cadeiras de praia e bebidas devidamente acomodadas em caixas com gelo. Os bebês rolando pelo gramado. Enquanto as jogadoras faziam alguns movimentos inúteis, criados pelos treinadores nerds, fui engolindo o lanche. Bem gostoso. Peguei o jornal: Bush nega que CIA usa métodos de tortura. Ah, claro, não precisa nem dizer, todos sabemos da eficiência de Guantanamo e Abu Grabi.

Apita o árbitro, começa mais uma partida em Brea, Orange County. O técnico das vermelhas arma o time num esquema nunca visto antes: 3-7. Ou seja, três garotas plantadas na defesa e sete tresloucadas correndo pelo gramado. O time de azul é mais uniforme, tem dez na linha com permissão para subir ao ataque ou recuar para a defesa. Tanto faz, elas decidem. O ponto forte são as duas atacantes, Christie e Evelyn, donas de algum controle de bola. O ponto fraco é a goleira, Marty, que não deve medir mais de 90cm. À distância, parece uma Barbie perdida na grande área.

Nos 10 primeiros minutos, o jogo fica amarrado, feio, a bola não sai do meio de campo. As meninas estão descontroladas. Parece um Corinthians e América de Natal pelo Brasileirão 2007. O técnica das vermelhas só grita “joga pro lado!” – o que não ajuda para o bom andamento do espetáculo. O time azul começa a se entender melhor e passa a distribuir melhor o jogo. Entre uma canelada e outra, a número 10 recebe a bola, corre, corre, chuta em diagonal, dá certo, a número 8 recebe, corre mais um pouco, corre, corre, corre e acaba o gramado. Ela esqueceu de fazer alguma coisa. A goleira do time vermelho, ruiva e com duas maria-chiquinhas, dá um saltinho de alegria. Ele sente que Christie e Evelyn darão trabalho.

Nova saída de bola. A ruivinha dá um chute de 5 metros, o suficiente para a bola sair da grande área. Uma das gordinhas da defesa alcança a pelota, já marcada por uma nuvem de garotas vestidas de azul. Do fumacê, a bola espirra em direção ao meio-campo, onde está uma das 7 atacantes. Ela recebe, joga pro lado, como manda o chefe, e acerta o passe para a japinha. Está armado o contra-ataque. Ela corre, escapa da primeira azulete, da segunda, lindo lance! Alcança a ponta da grande área, a pequena de azul treme as perninhas, ela prepara o chute e… pelo amor dos meus filhinhos! Se o gol fosse na bandeira de escanteio, seria um golaço.

Christie e Evelyn conversam alguma coisa. Devem combinar alguma jogada. O jogo recomeça, com fortes emoções. Especialmente para os pais, que não aguentam mais tanta canelada nas suas crianças. A meio-campista de azul recebe a bola. Olha para o lado e encontra Christie. Christie domina, limpa a primeira, avança pela lateral e cruza na diagonal. Passe perfeito. A torcida enlouquece! Evelyn ajeita com a perna esquerda, rola com a direita e chuta no canto. Goooooool!!!!!!!!! Sem chances para a ruivinha! Azuis 1 x Vermelhas 0.

O técnico das vermelhas solta mais alguns gritinhos. Ele já está ficando rouco. Ele pede pra camisa 7, que já tem até seios, recomeçar a partida. A japinha toca e ela dá um bico pra frente. A defesa de azul rebate, mas a sobra é da japinha. Ela agora atua pelo flanco direito e se dá bem. Ela avança, entra na grande área! O gol é imenso para a pequena Marty. A japinha respira fundo, mira e chuta forte! Marty incrivelmente salta como uma pulga e faz uma brilhante defesa! A torcida vibra! O que é um pontinho amarelo vestido de azul na grande área? É a Marty.

Marty vai repor o lance. Oh, não! Suas perninhas dobram diante de uma bola tão pesada e alguma tresloucada de vermelho se aproveita! Gooooooool!!!!!!!!!!!! Azuis 1 x Vermelhas 1.

Christie e Evelyn pegam a bola e levam-na à marca central. Mas o juiz não recomeça o jogo. Pelo contrário, ele pede um minutinho. Marty está ajoelhada na pequena na área, chorando com a cabeça entre as mãos, inconformada por ter levado um gol tão infantil. O técnico vai até lá, conversa com ela. Ela decide sair do jogo. Tira a camisa e corre para o colo da mãe. Tadinha da Marty, ela vai ficar melhor. Alguém ocupa a função de goleira do time azul.

Apita o juiz. Esse são os melhores momentos do primeiro tempo, que acaba empatado.

Deitei na grama, comecei a tirar um cochilo. Fui acordado por gritos da torcida. Abri os olhos, apenas mais uma confusão no meio-campo. Ou seja, retomada a partida!

A de vermelho ganha a bola e perde para a de azul. A de azul erra o chute e perde para a de vermelho. A de vermelho se confunde e perde para a outra de vermelho. A outra de vermelho joga para o lado e perde para a azul. A azul ganha da outra de azul e a bola vai para a lateral. O técnico do time azul anuncia uma substituição e quem volta? Marty! Ela mesma! Volta com a camisa 20, sedenta por vingança. Marty corre para o ataque, ninguém toca pra ela. Ela volta e pega a bola por conta própria e manda para o ataque. O ataque perde a bola e Marty volta para ajudar a zaga. Ela toma a bola da japinha de vermelho e deixa para Christie. Christie divide o lance com a de vermelho-que-já-tem-seios
e corre em direção ao gol adversário! Ela entra na área, passa pela primeira zagueira e… penalty! Penalidade máxima! Marty dá 358 saltinhos de alegria! Christie e Evelyn se abraçam!

Evelyn, que fez o primeiro gol, assume a responsabilidade pela cobrança. Ela coloca a bola na marca, dá alguns passos para trás, se concentra, corre, chuta e na traaaaaaaaave!!!!!!!!!! A bola espirra por toda a linha do gol, passa por trás da ruivinha de maria-chiquinhas, as tresloucadas de vermelho avançam para o rebote! Nenhuma delas acerta! Sobra para Christie, que limpa o lace, divide com a zagueira central de vermelho, dá um chute mascado e… defende a ruivinha de maria-chiquinhas! Que partida emocionante!

O jogo ganha cadência. As duas equipes já se estudaram bem e fazem marcação menina a menina. A partida segue truncada, com poucas opções de gol. Marty entra numa dividida e sobe 1.5 metro de altura. Todos esperam a reação da comissão técnica, mas ela mesmo se levanta, tira a franja dos olhos, ajeita o rabo-de-cavalo e parte para outra. No lance de maior perigo, uma das sete tresloucadas ganha a grande área azul e a virada se faz clara. Mas a goleira de azul se atira nos pés da atacante para fazer uma linda defesa. Ela toma uma joelhada na maçã do rosto e o cronômetro é interrompido para a entrada do médico. Um jato d’água na cara e tudo ok.

Está desenhado o empate, senhoras e senhores. Último minuto! A equipe vermelha, mesmo no campo de ataque, joga a bola para a lateral. Cobrança feita pela menina de azul, completamente errada. Sem noção mesmo. O juiz dá reversão. Cobrada a reversão, a tresloucada de vermelho consegue finalmente tocar para a outra tresloucada de vermelho, que corre reto em direção ao gol! Bobeira da zaga azul! A atacante de vermelho avança sozinha com domínio de bola, ajeita e goooooool!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Vira o jogo o time das meninas de vermelho! Para delírio do técnico nerd!

Recomeça o jogo, não dá tempo para mais nada. O juiz encerra a partida. Azuis 1 x Vermelhas 2.

Isaac Asimov, ficção, robôs e o Google

Dentre grandes gênios da ficção cientifica sem dúvida Isaac Asimov foi um dos mais expressivos, quebrando paradigmas, criando leis em suas histórias de ficção que sobrevivem até hoje. No entanto o principal, era sua incrível capacidade de prever os avanços e impactos tecnológicos que convivemos todos os dias.

Isaac Asimov

Asimov nasceu em Petrovitchi na Rússia, porém não falava russo pois aos 3 anos de idade se mudou com seus pais para NovaYork onde ficou fluente em inglês e iídiche (dialeto judaico devido a sua descendência).

Aos 5 anos já lia revistas de ficção “pulp”, aos 11 anos já escrevia suas próprias historias e aos 19 anos começou a vende-las a revistas.

Quando cresceu foi para a Universidade de Columbia se tornou Ph.D em bioquímica e em seguida estudou medicina na Universidade de Boston, no entanto manteve sua principal profissão como escritor.

Ao longo de sua carreira Asimov escreveu mais de 400 livros, entre histórias de robôs, asteróides e outros planetas. Sua narrativa era simples e com todos os elementos envolvia conspirações e até espionagem, elementos que vieram influenciar com grandiosidade também o cinema. Vemos isso claramente em filmes como: 2001 Uma Odisséia no Espaço, O Exterminador do Futuro, Blade Runner e outros clássicos da ficção cinematográfica.

O vídeo no link abaixo é uma entrevista gravada em 1988 por Bill Moyers no programa de TV World of Ideas, onde Isaac Asimov fala sobre o impacto da internet na sociedade e na educação. Ele se refere a “bibliotecas” que poderíamos acessar através de computadores e pesquisarmos todos os assuntos que quiséssemos a qualquer hora.

Infelizmente Asimov veio a falecer em 1992 e não pode ver pessoalmente os avanços que previu, mas suas histórias, ideias e imaginação contribuíram para a sociedade em diversos aspectos tecnológicos.

E você usa essas “bibliotecas” diariamente?

Vale a pena começar um blog?

Quem nunca pensou em começar a escrever um blog? Ok, muita gente. Também sei que muita gente já pensou, pensa e vai pensar em criar algo. A questão é: vale a pena?

O que é um blog?

“Um blog ou blogue é um site cuja estrutura permite a atualização rápida a partir de acréscimos dos chamados artigos, ou posts. Estes são, em geral, organizados de forma cronológica inversa, tendo como foco a temática proposta do blog, podendo ser escritos por um número variável de pessoas, de acordo com a política do blog.” – Wikipedia

O primeiro, dito, “blog” surgiu em 1997 com Jorn Barger e até então a coisa evolui e tomou corpo (ou corpos) completamente diferente. Hoje temos blogs que possuem milhões de acessos mensais, blogs que se viram “obrigados” a evoluir para uma certa forma de portal e portais que abrigam diversos blogs de seus jornalistas, por exemplo. Há também fast blogs, como o Tumblr e o Posterous e micro blogs, como o Twitter. Até dentro do Facebook, com o recurso de notas, podemos ter um “blog”.

Vale a pena começar um blog?

Parando um pouco com o blá blá blá e retomando o papo sério, no ano passado o Brasil foi o país que ficou em primeiro no top 10 do mercado global de Blogs, com 95,9% de alcance. Um crescimento de 44% em relação a 2010 (comScore2012). Isso simplesmente significa que os brasileiros passaram a visitar páginas que foram consideradas blogs muito mais do que os outros, ou seja, estamos cada vez mais inseridos dentro do mundo da blogosfera. Não importa se você passa o dia inteiro em apenas um blog.. err.. 9gag… O importante é que essa categoria nada nova, porém extremamente mutável, faz parte do cotidiano do povo brasileiro.

quantos tipos de blogs você conhece?

E aí, vale?

Claro! Vale a pena se você está a fim de fazer o que gosta e transformar isso em algo novo e único. Não precisa nem ser útil, mas por que eu visitaria seu blog se há mais 15 iguais? Também não ache que criar meia dúzia de posts apenas vai fazer você ter milhares de views na primeira semana. É ter vontade de criar algo novo, de pesquisar e participar da comunidade comentando outros blogs, escrevendo muito e mostrando seu trabalho. Só não vale ser o chato (ou até pode valer, quem sabe!)

eu mesmo comecei e recomecei diversos blogs

O blog não é apenas mais um diário como há muito tempo foi (mas se você for alguém famoso isso pode até dar certo). Hoje, é muito mais para quem quer e há diversas pessoas que vivem de seus Blogs e estão muito bem, trabalham com posts pagos, conteúdo patrocinado, e-commerce. Há ainda outros que lutam para receber uma quantia considerável de adsense sem buscar pelo conhecimento e pelas ferramentas corretas. Temos também quem simplesmente mantém um blog por gostar de opinar sobre um ou vários temas. Escrever para blogs maiores que aceitam textos também pode ser uma solução para começar a aparecer no meio e chamar gente para o seu blog.

Eu mesmo comecei e recomecei diversos blogs. No fim das contas estou em um blog coletivo, com colaboradores incríveis, diversos amigos e companheiros de trabalho e profissão.

Além disso, de acordo com os números apresentados anteriormente, vale a pena. o que importa é que essa categoria faz parte do cotidiano do povo brasileiro

Não, não vale a pena se você acha que realmente vai ficar rico da noite para o dia com uma ideia comum. Pode até acontecer, mas se fosse fácil assim todo mundo seria blogueiro.
 
O que realmente vale a pena é você fazer o que der na telha! De qualquer forma, sempre há espaço para mais um. Não importa se você irá fazer um blog com conteúdo erótico – leia pornô – e nesse ramo terá infinitos concorrentes, sempre haverá um nicho não explorado ou explorado de forma precária.

alternativa do google Adsense: BooBox

Para quem não sabe, google Adsense é um serviço de monetização de Blogs ou Websites cujo qual você coloca um anuncio(banner) do google no seu website/blog e recebe $$ pela quantidade de cliques e/ou por visualizações dos anuncios!

alternativa do google Adsense

Dependendo do tamanho do tráfico do seu site o google pode pagar muito bem, tem casos de blogueiros que ganham a vida com o google Adsense. Mas tudo isso  tem um porém, o google Adsense é bem restritivo e se você não prestar bem atenção nos termos de uso pode ter sua conta no Adsense suspensa, assim foi comigo (até hoje não sei o motivo). Depois de pesquisar bastante na internet, descobri o boobox uma nova ferramenta de monetização através de weboutdoor (propaganda).

Para quem não conhece (alguém ainda não conhece?), o boo-box permite fazer links em imagens, vídeos ou textos para uma espécie de vitrine virtual que relaciona as tags deste link com produtos de lojas virtuais, como o próprio Submarino.

O Boo-box é uma ferramenta que permite exibir anúncios de forma mais atraente, a idéia é permitir a integração entre vários sistemas de afiliados e você pode escolher qual sistema de afiliados você quer exibir em determinada palavra, imagem ou vídeo.

A ferramenta foi idealizada pelo Marco Gomes e logo se tornou uma startup e um dos poucos casos de produtos web criados no Brasil com boa repercussão no exterior.

Alguns depoimentos sobre quem já utilizou boo-box (retirados do forum wmonline):

“Em suma, recomendo sim, meus resultados foram satisfatórios.” Paulo Vitor – Brasilia – DF

“Então eu uso boo-box já tem um tempo, pra mim é excelente, meu blog não pega bem banners e o hotwords é fraco.”